Volume de biocombustível trazido dos dois países europeus se aproximou de 11 m³
A França e a Alemanha forneceram pequenas cargas de biodiesel para o Brasil no mês de maio. Não chega a ser um volume que vá impactar o mercado brasileiro. Segundo dados divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), cerca de 11 metros cúbicos de biodiesel entraram no país por US$ 36,2 mil – cerca de R$ 185,8 mil.
Embora as importações de biodiesel ainda não estejam liberadas, não foi a primeira vez que cargas deste biocombustível entraram no mercado nacional. O teste inicial foi feito em 2016, quando cerca de 400 litros de biodiesel chegaram ao Porto de Santos vindos da França. Desde então, outros lotes pequenos entraram no país de forma bastante esporádica.
O maior volume foi registrado em fevereiro do ano passado, quando 46 m³ entraram no mercado nacional. No total, as importações de biodiesel somaram 200 m³.
A França e a Alemanha forneceram pequenas cargas de biodiesel para o Brasil no mês de maio. Não chega a ser um volume que vá impactar o mercado brasileiro. Segundo dados divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), cerca de 11 metros cúbicos de biodiesel entraram no país por US$ 36,2 mil – cerca de R$ 185,8 mil.
Embora as importações de biodiesel ainda não estejam liberadas, não foi a primeira vez que cargas deste biocombustível entraram no mercado nacional. O teste inicial foi feito em 2016, quando cerca de 400 litros de biodiesel chegaram ao Porto de Santos vindos da França. Desde então, outros lotes pequenos entraram no país de forma bastante esporádica.
O maior volume foi registrado em fevereiro do ano passado, quando 46 m³ entraram no mercado nacional. No total, as importações de biodiesel somaram 200 m³.
Apesar dos volumes diminutos, esse movimento vem se intensificando nos últimos meses, indicando que o mercado vem, ao menos, sentido a temperatura da água. De setembro do ano passado até agora, apenas em fevereiro as importações terminaram zeradas.
Porteira fechada
A questão das importações de biodiesel no mercado brasileiro é um tanto complicada.
Uma decisão do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) determinava que o mercado da mistura obrigatória deveria ter sido parcialmente aberto – até o limite de 20% – para o biodiesel importado a partir de 2023. A ANP chegou a aprovar a abertura do mercado em novembro passado.
A situação mudou em dezembro, quando o CNPE deu um passo atrás e determinou a criação de um GT para analisar o impacto que a liberação da importação teria sobre o mercado. O grupo foi criado em março e deverá publicar seu relatório no começo de setembro.
Até lá, as importações seguem num limbo regulatório.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com