Na quarta-feira passada (11), a Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Oleaginosas e Biodiesel se reuniu para sua 25ª reunião ordinária. O encontro foi realizado na sede do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento em Brasília e teve como seu principal ponto de discussão a construção de uma nova agenda estratégica para que vai estruturar os trabalhos do grupo até o ano de 2020.
Na quarta-feira passada (11), a Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Oleaginosas e Biodiesel se reuniu para sua 25ª reunião ordinária. O encontro foi realizado na sede do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento em Brasília e teve como seu principal ponto de discussão a construção de uma nova agenda estratégica para que vai estruturar os trabalhos do grupo até o ano de 2020.
Conforme o presidente da câmara, Pedro Granja, havia adiantado à BiodieselBR.com em meados de setembro a ideia é fazer uma reengenharia nesse espaço colocando mais ênfase em grupos de trabalho (GTs) menores e mais focados.
A espinha desse processo de reorganização partiu do diagnóstico de que a câmara atua com base em três pilares principais: político-estratégico, econômico-financeiro e pesquisa e desenvolvimento. “A gente definiu os pilares e as pessoas que vão coordená-los. A ideia de cada um deles ter um ‘dono’ é que possa ter um certo grau de cobrança das ações e resultados”, explicou Granja por telefone à BiodieselBR.com.
A divisão ficou acertada da seguinte forma: o eixo de P&D ficou com Manuel Teixeira, chefe-geral da Embrapa Agroenergia; o político-estratégico será coordenado por Sérgio Beltrão, diretor-executivo da Ubrabio; e o econômico-financeiro será liderado por Fábio Guerra, economista da Abiove.
Cada um desses eixos vai abrigar um ou mais GTs que serão responsáveis pelos resultados mais palpáveis do trabalho. Nada disso quer dizer que a câmara passará a ser operada como um conjunto de caixas fechadas em si, parte desses grupos pode estar na intersecção de dois eixos.
Orientado à ação
Com essa reengenharia, Granja também pretende implementar uma metodologia de gestão mais orientada ao cumprimento de metas para os trabalhos da Câmara.
A ideia é que esse novo formato dê uma contribuição mais decisiva num momento em que a indústria de biodiesel está prestes a entrar num novo clico de crescimento graças ao PLS 613/2015 que determina um cronograma de três anos para a implantação do B10 e, ainda, pela chegada do mercado autorizativo. “O Ministério [da Agricultura] está nos apoiando muito para que possamos construir propostas bastante sólidas nesse momento de evolução”, completa Granja.
Um ponto em que esse apoio pode se materializar é no que está sendo chamado Projeto Oleaginosas/Biodiesel, que olha para os objetivos iniciais da implantação da própria Câmara. Eles se voltavam para as novas oportunidades que a chegada da indústria de biodiesel criaria para a consolidação de novos cultivos de oleaginosas no País. “A Câmara tem essa criação, então a gente não deve tirar esse tema do radar. As oleaginosas precisam ser discutidas”, finaliza.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Na quarta-feira passada (11), a Câmara Setorial da Cadeia Produtiva de Oleaginosas e Biodiesel se reuniu para sua 25ª reunião ordinária. O encontro foi realizado na sede do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento em Brasília e teve como seu principal ponto de discussão a construção de uma nova agenda estratégica para que vai estruturar os trabalhos do grupo até o ano de 2020.
Conforme o presidente da câmara, Pedro Granja, havia adiantado à BiodieselBR.com em meados de setembro a ideia é fazer uma reengenharia nesse espaço colocando mais ênfase em grupos de trabalho (GTs) menores e mais focados.
A espinha desse processo de reorganização partiu do diagnóstico de que a câmara atua com base em três pilares principais: político-estratégico, econômico-financeiro e pesquisa e desenvolvimento. “A gente definiu os pilares e as pessoas que vão coordená-los. A ideia de cada um deles ter um ‘dono’ é que possa ter um certo grau de cobrança das ações e resultados”, explicou Granja por telefone à BiodieselBR.com.
A divisão ficou acertada da seguinte forma: o eixo de P&D ficou com Manuel Teixeira, chefe-geral da Embrapa Agroenergia; o político-estratégico será coordenado por Sérgio Beltrão, diretor-executivo da Ubrabio; e o econômico-financeiro será liderado por Fábio Guerra, economista da Abiove.
Cada um desses eixos vai abrigar um ou mais GTs que serão responsáveis pelos resultados mais palpáveis do trabalho. Nada disso quer dizer que a câmara passará a ser operada como um conjunto de caixas fechadas em si, parte desses grupos pode estar na intersecção de dois eixos.
Orientado à ação
Com essa reengenharia, Granja também pretende implementar uma metodologia de gestão mais orientada ao cumprimento de metas para os trabalhos da Câmara.
A ideia é que esse novo formato dê uma contribuição mais decisiva num momento em que a indústria de biodiesel está prestes a entrar num novo clico de crescimento graças ao PLS 613/2015 que determina um cronograma de três anos para a implantação do B10 e, ainda, pela chegada do mercado autorizativo. “O Ministério [da Agricultura] está nos apoiando muito para que possamos construir propostas bastante sólidas nesse momento de evolução”, completa Granja.
Um ponto em que esse apoio pode se materializar é no que está sendo chamado Projeto Oleaginosas/Biodiesel, que olha para os objetivos iniciais da implantação da própria Câmara. Eles se voltavam para as novas oportunidades que a chegada da indústria de biodiesel criaria para a consolidação de novos cultivos de oleaginosas no País. “A Câmara tem essa criação, então a gente não deve tirar esse tema do radar. As oleaginosas precisam ser discutidas”, finaliza.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com