PBio investiu menos de um terço de seu orçamento no 1º semestre
Dados do Ministério do Planejamento mostram que a PBio aumentou o passo dos investimentos. Ainda assim ela não investiu nem um terço do que tem em caixa.
BiodieselBR.com ··2 min de leitura
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Depois de passar os dois primeiros bimestres do ano fazendo investimentos em marcha lenta, a Petrobras Biocombustível (PBio) resolveu apertar um pouquinho o passo no terceiro bimestre.
É o que mostra a mais recente edição do Relatório de Execução Orçamentária, divulgado ontem (31) no Diário Oficial pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.
Depois de passar os dois primeiros bimestres do ano fazendo investimentos em marcha lenta, a Petrobras Biocombustível (PBio) resolveu apertar um pouquinho o passo no terceiro bimestre. É o que mostra a mais recente edição do Relatório de Execução Orçamentária, divulgado ontem (31) no Diário Oficial pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.
Entre maio e junho, a PBio investiu cerca de R$ 2,2 milhões – cerca de R$ 435 mil a mais que no bimestre anterior. Esse é o maior montante investido esse ano pela subsidiária da gigante estatal brasileira do petróleo.
Mesmo assim, a divisão de biocombustíveis terá que se esforçar um pouco mais se não quiser chegar ao final do ano sem usar toda a verba que tem disponível para investir. Dos mais de R$ 20,2 milhões que tem direito a aplicar em seu negócio, a PBio gastou apenas R$ 5,7 milhões no primeiro semestre –equivalente a 28,4%. Se continuar nesse ritmo, dificilmente a PBio conseguirá, no próximo semestre, dar destinação aos aproximadamente R$ 14,5 milhões que ainda tem em caixa.
Esse índice de execução encontra-se muito abaixo da média do grupo como um todo, cujo desempenho já alcança pouco mais de 46%.
Braços Apesar do histórico de investimentos no primeiro semestre dar margem a dúvidas sobre a capacidade da PBio de aplicar toda sua dotação orçamentária até o final de 2014, outros braços da estatal apresentam situação bem mais delicada.
A problemática Refinaria Abreu e Lima é um exemplo. Até agora, não investiu um único real dos R$ 4,8 bilhões –o quarto maior orçamento do grupo – a que tem direito para este ano. Outras duas empresas do grupo também aparecem com investimentos zerados no relatório.
Na outra ponta do espectro temos a Petrobras Internacional e a Companhia Integrada Têxtil de Pernambuco (Citepe). Ambas estouraram seus respectivos orçamentos iniciais.