A Bianchini é mais uma empresa do ramo de biodiesel que conseguiu nadar contra a correnteza a fechou 2016 com crescimento em seus ganhos.
A Bianchini é mais uma empresa do ramo de biodiesel que conseguiu nadar contra a correnteza a fechou 2016 com um belo crescimento em seus ganhos. Segundo relatório de resultados financeiros da fabricante, ela obteve um lucro líquido de R$ 72,8 milhões. É um belo salto – de aproximadamente 43,4% – sobre os R$ 50,8 milhões que a empresa havia lucrado no ano passado.
A Bianchini é mais uma empresa do ramo de biodiesel que conseguiu nadar contra a correnteza a fechou 2016 com um belo crescimento em seus ganhos. Segundo relatório de resultados financeiros da fabricante, ela obteve um lucro líquido de R$ 72,8 milhões. É um belo salto – de aproximadamente 43,4% – sobre os R$ 50,8 milhões que a empresa havia lucrado no ano passado.
Ela não está sozinha: a Fuga Couros viu sua lucratividade avançar em um terço no ano passado enquanto a Oleoplan multiplicou seus ganhos por 4,3 vezes.
Isso tudo num ano onde a produção de biodiesel encolheu e as vendas de diesel se retraíram 5,1%.
Receitas
O faturamento da companhia mudou relativamente pouco de um ano para outro. Foram R$ 3,35 bilhões em 2016 contra R$ 3,18 bilhões em 2015. Um avanço de pouco mais de 5,3%.
Desse total, cerca de R$ 581,3 milhões vieram das vendas de biodiesel nos leilões regulares. Isso representa cerca de 17,3% do faturamento da companhia. Nos seis leilões do ano passado, a empresa vendeu 214,1 milhões de litros de biodiesel e entregou 205 milhões de litros.
Em 2015, a Bianchini havia vendido 233,4 milhões de litros e movimentado R$ 538,3 milhões.
Financeiro
Inesperadamente, o lucro bruto operacional no período foi na contramão do restante dos números presentes no relatório e levou um tombo de 68,5% de um ano para outro fechando em R$ 55,6 milhões.
O segredo do sucesso da companhia foi seu bom desempenho financeiro. Os ganhos financeiros totalizaram R$ 182,8 milhões com despesas de R$ 136,1 milhões. Um saldo positivo de R$ 46,7.
Em 2015, as movimentações financeiras da Bianchini ficaram R$ 120,6 milhões no vermelho.
Cada vez mais parece que o ano passado não assim foi tão ruim para as empresas do setor de biodiesel quanto os primeiros números pareciam indicar.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
A Bianchini é mais uma empresa do ramo de biodiesel que conseguiu nadar contra a correnteza a fechou 2016 com um belo crescimento em seus ganhos. Segundo relatório de resultados financeiros da fabricante, ela obteve um lucro líquido de R$ 72,8 milhões. É um belo salto – de aproximadamente 43,4% – sobre os R$ 50,8 milhões que a empresa havia lucrado no ano passado.
Ela não está sozinha: a Fuga Couros viu sua lucratividade avançar em um terço no ano passado enquanto a Oleoplan multiplicou seus ganhos por 4,3 vezes.
Isso tudo num ano onde a produção de biodiesel encolheu e as vendas de diesel se retraíram 5,1%.
Receitas
O faturamento da companhia mudou relativamente pouco de um ano para outro. Foram R$ 3,35 bilhões em 2016 contra R$ 3,18 bilhões em 2015. Um avanço de pouco mais de 5,3%.
Desse total, cerca de R$ 581,3 milhões vieram das vendas de biodiesel nos leilões regulares. Isso representa cerca de 17,3% do faturamento da companhia. Nos seis leilões do ano passado, a empresa vendeu 214,1 milhões de litros de biodiesel e entregou 205 milhões de litros.
Em 2015, a Bianchini havia vendido 233,4 milhões de litros e movimentado R$ 538,3 milhões.
Financeiro
Inesperadamente, o lucro bruto operacional no período foi na contramão do restante dos números presentes no relatório e levou um tombo de 68,5% de um ano para outro fechando em R$ 55,6 milhões.
O segredo do sucesso da companhia foi seu bom desempenho financeiro. Os ganhos financeiros totalizaram R$ 182,8 milhões com despesas de R$ 136,1 milhões. Um saldo positivo de R$ 46,7.
Em 2015, as movimentações financeiras da Bianchini ficaram R$ 120,6 milhões no vermelho.
Cada vez mais parece que o ano passado não assim foi tão ruim para as empresas do setor de biodiesel quanto os primeiros números pareciam indicar.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com