
Um grupo de pesquisadores do Instituto Central de Pesquisa do Sal e Química Marinha (CSMCRI, na sigla em inglês), na Índia, desenvolveram um processo capaz de transformar glicerina em matéria-prima para produção de plásticos renováveis.
O esforço de pesquisa vem sendo desenvolvido desde 2005 como parte de um projeto para tentar viabilizar a produção de biodiesel a partir do pinhão-manso plantado em áreas agrícolas degradas.
Um grupo de pesquisadores do Instituto Central de Pesquisa do Sal e Química Marinha (CSMCRI, na sigla em inglês), na Índia, desenvolveram um processo capaz de transformar glicerina em matéria-prima para produção de plásticos renováveis. O esforço de pesquisa vem sendo desenvolvido desde 2005 como parte de um projeto para tentar viabilizar a produção de biodiesel a partir do pinhão-manso plantado em áreas agrícolas degradas.
Por enquanto, o processo só foi testado em escala laboratorial e está sendo testado por diversas empresas do ramo de biomedicina. “Nossa meta é aumentar a escala do processo. Além disso, estamos trabalhando para melhorar as propriedades físicas e funcionais do produto”, diz a cientista chefe do CSMCRI, Sandhya Mishra.
Ao contrário do plástico fabricado com fontes fósseis, o bioplástico desenvolvido pelo instituto também é biodegradável – deixado no solo, ele se degrada completamente em apenas três meses. O produto foi patenteado na União Europeia em janeiro deste ano.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
O esforço de pesquisa vem sendo desenvolvido desde 2005 como parte de um projeto para tentar viabilizar a produção de biodiesel a partir do pinhão-manso plantado em áreas agrícolas degradas.
Um grupo de pesquisadores do Instituto Central de Pesquisa do Sal e Química Marinha (CSMCRI, na sigla em inglês), na Índia, desenvolveram um processo capaz de transformar glicerina em matéria-prima para produção de plásticos renováveis. O esforço de pesquisa vem sendo desenvolvido desde 2005 como parte de um projeto para tentar viabilizar a produção de biodiesel a partir do pinhão-manso plantado em áreas agrícolas degradas.
Por enquanto, o processo só foi testado em escala laboratorial e está sendo testado por diversas empresas do ramo de biomedicina. “Nossa meta é aumentar a escala do processo. Além disso, estamos trabalhando para melhorar as propriedades físicas e funcionais do produto”, diz a cientista chefe do CSMCRI, Sandhya Mishra.
Ao contrário do plástico fabricado com fontes fósseis, o bioplástico desenvolvido pelo instituto também é biodegradável – deixado no solo, ele se degrada completamente em apenas três meses. O produto foi patenteado na União Europeia em janeiro deste ano.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com