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Faturamento com exportação de glicerina é recorde mesmo com volume menor

No mês de junho as vendas externas do principal coproduto da indústria do biodiesel renderam US$ 21,7 milhões

BiodieselBR.com 3 min de leitura

As usinas de biodiesel nunca faturaram tanto com glicerina. Dados do Ministério da Economia mostram que no mês de junho as exportações do principal coproduto do setor renderam US$ 21,7 milhões – cerca de R$ 113,7 milhões pela cotação de hoje (08). Esse resultado renova a máxima de US$ 21,5 milhões que havia sido registrada há apenas dois meses.

Em termos de faturamento, os exportadores de glicerina têm se saído particularmente bem. Já são três meses seguidos de ganhos superiores a US$ 20 milhões. Somando todos os valores deste ano, o primeiro semestre já rendeu US$ 104,4 milhões.

Esse é – de longe – o melhor resultado semestral para o segmento. O recorde anterior havia sido do primeiro semestre de 2018 quando as vendas de glicerina garantiram a entrada de aproximadamente US$ 84,5 milhões.

As usinas de biodiesel nunca faturaram tanto com glicerina. Dados do Ministério da Economia mostram que no mês de junho as exportações do principal coproduto do setor renderam US$ 21,7 milhões – cerca de R$ 113,7 milhões pela cotação de hoje (08). Esse resultado renova a máxima de US$ 21,5 milhões que havia sido registrada há apenas dois meses.

Em termos de faturamento, os exportadores de glicerina têm se saído particularmente bem. Já são três meses seguidos de ganhos superiores a US$ 20 milhões. Somando todos os valores deste ano, o primeiro semestre já rendeu US$ 104,4 milhões.

Esse é – de longe – o melhor resultado semestral para o segmento. O recorde anterior havia sido do primeiro semestre de 2018 quando as vendas de glicerina garantiram a entrada de aproximadamente US$ 84,5 milhões.

Com seis meses ainda pela frente, o ano 2021 está praticamente empatado com 2019 como terceiro melhor ano em faturamento.

Volume menor

O recorde no faturamento mensal veio na contramão do volume embarcado, que vem experimentando uma queda considerável nos últimos meses. Em junho, as exportações ficaram em 34,8 mil toneladas – 17,5% menor do que no mês anterior e quase um terço a menos do que em abril.

Foram 11,1 mil toneladas de glicerina destilada e mais 23,7 mil toneladas de glicerina bruta. O produto de maior valor agregado respondeu por quase 32% das exportações.

A redução da demanda foi compensada pelo aumento nos preços pagos pelos compradores do coproduto. Em junho a tonelada da glicerina destilada foi negociada, em média, por US$ 890,41 mantendo uma trajetória de alta que – com alguma turbulência – vem sendo sentida desde abril de 2018, mas que se acelerou a partir de março passado.

Um movimento similar está acontecendo no segmento da glicerina bruta. No mês passado, o produto foi negociado por US$ 498,24, superando a máxima de US$ 451,24 registrada em fevereiro de 2018.

Durante o primeiro semestre, a glicerina brasileira chegou a 65 destinos sendo que o mais importante deles foi a China. A segunda maior economia do mundo absorveu 57,8% das exportações brasileiras da substância, liderando a demanda tanto no segmento bruto (112,9 mil toneladas) quanto no destilado (23,7 mil toneladas).

As vendas de glicerina para a China fizeram US$ 55,5 milhões entrarem na economia brasileira nos últimos seis meses.

Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com

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