Associação de distribuidoras regionais tem feito críticas ao atual formato do programa de descarbonização
Representantes da Federação Nacional das Distribuidoras de Combustíveis, Gás Natural e Biocombustíveis (Brasilcom) estivaram reunidos nessa quinta-feira (15) com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. O encontro aconteceu em São Paulo (SP) e discutiu propostas de mudanças no RenovaBio.
As distribuidoras têm feito duras críticas ao RenovaBio. Aprovado no final de 2017, o RenovaBio obriga as distribuidoras de combustíveis a abaterem suas emissões comprando Créditos de Descarbonização (CBios) emitidos por fabricantes de biocombustíveis. O objetivo do programa é baixar a intensidade de carbono dos combustíveis vendidos no país.
Representantes da Federação Nacional das Distribuidoras de Combustíveis, Gás Natural e Biocombustíveis (Brasilcom) estivaram reunidos nessa quinta-feira (15) com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. O encontro aconteceu em São Paulo (SP) e discutiu propostas de mudanças no RenovaBio.
As distribuidoras têm feito duras críticas ao RenovaBio. Aprovado no final de 2017, o RenovaBio obriga as distribuidoras de combustíveis a abaterem suas emissões comprando Créditos de Descarbonização (CBios) emitidos por fabricantes de biocombustíveis. O objetivo do programa é baixar a intensidade de carbono dos combustíveis vendidos no país.
Um estudo elaborado pela PUC-Rio por encomenda da Brasilcom estimou em 14 centavos o impacto do RenovaBio no preço do diesel e em 12 centavos no preço da gasolina.
Segundo o presidente da Brasilcom, Maurício Rejaile, o ministro “se mostrou bastante interessado em nossas reivindicações e até surpreso com alguns fatos apresentados”.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com