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Biocoalizão entra em cena em busca de uma agenda comum

Iniciativa que procura alinhar interesses dos diferentes segmentos do setor de biocombustíveis foi lançada na manhã desta quinta-feira

BiodieselBR.com 3 min de leitura

De olho no realinhamento da economia global que vem se insinuando para o período pós-coronavírus, a indústria brasileira de biocombustíveis está à procura de uma identidade comum. A ideia é que os diferentes segmentos desse mercado – que atualmente inclui etanol, biodiesel, biometano e bioquerosene – passem a desenvolver ações de forma coordenada. Para dar a partida na costura dessa colcha de retalhos, aconteceu na manhã de hoje (04) o lançamento da Biocoalizão durante o webinário “Integração entre Biocombustíveis: estratégias para superar a crise”.

O esforço foi idealizado pela União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene (Ubrabio), pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) e pelas frentes parlamentares do Biodiesel e pela Valorização do Setor Sucroenergético, e já ganhou os apoios de mais oito organizações e empresas que atuam em diferentes elos das cadeias envolvidas no mercado de bioenergia.

De olho no realinhamento da economia global que vem se insinuando para o período pós-coronavírus, a indústria brasileira de biocombustíveis está à procura de uma identidade comum. A ideia é que os diferentes segmentos desse mercado – que atualmente inclui etanol, biodiesel, biometano e bioquerosene – passem a desenvolver ações de forma coordenada. Para dar a partida na costura dessa colcha de retalhos, aconteceu na manhã de hoje (04) o lançamento da Biocoalizão durante o webinário “Integração entre Biocombustíveis: estratégias para superar a crise”.

O esforço foi idealizado pela União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene (Ubrabio), pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) e pelas frentes parlamentares do Biodiesel e pela Valorização do Setor Sucroenergético, e já ganhou os apoios de mais oito organizações e empresas que atuam em diferentes elos das cadeias envolvidas no mercado de bioenergia.

Em sua fala de abertura, o conselheiro do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), Plínio Nastari, lembrou que a Agência Internacional de Energia considerou que a bioenergia tem sido “negligenciada”. “Ela sofre barreiras comerciais e conceituais e vários mercados. Mas os biocombustíveis representam mais do que energia. Eles representam desenvolvimento econômico descentralizado”, ressaltou. “É preciso unir esforços para que a mensagem correta seja transmitida para a sociedade (...) precisamos aumentar o som dessa mensagem”, completou.

Agenda em construção

O processo de construção ainda é incipiente como reconheceu o deputado federal Arnaldo Jardim. Em sua fala relatou que houve uma primeira ideia de criar uma frente parlamentar unificada dos biocombustíveis – unificando os grupos que defendem os setores de biodiesel e de etanol no Congresso Nacional – que acabou sendo descartada. “A biocoalizão será um somatório (...), queremos fazer uma ação integrada, mas mantendo a dinâmica dos diferentes segmentos”, ressaltou.

Enquanto ainda buscam um horizonte comum de longo prazo em comum, o parlamentar ressaltou que a coalizão já deve começar a trabalhar em assuntos mais pontuais que incluem: a defesa dos aumentos da mistura obrigatória de biodiesel, uma política de garantias de empréstimos para usinas de etanol, a definição da tarifas de imposto que incidirão sobre os CBios e o processo de revisão das metas de descarbonização para o Renovabio.

A integra do webinário “Integração entre Biocombustíveis: estratégias para superar a crise” pode ser vista aqui:

Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com

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