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ANP publica pré-habilitação do L78 com 4 usinas com problemas

No total 44 unidades produtivas comunicaram à ANP que têm intenção de participar do certame que vai abastecer o mercado no segundo bimestre

BiodieselBR.com 3 min de leitura

O 78º Leilão de Biodiesel (L78) poderá contar com 1.707,2 mil m³ em capacidade de oferta. Esse é o total que as 44 usinas que demonstraram interesse em participar do certame que vai comprar o biodiesel que irá atender à demanda do B13 nos meses de março e abril. O potencial produtivo é o mesmo que disputou o L77 depois da ANP ter acolhido o recurso no qual a Oleoplan pedia o reconhecimento da ampliação de sua unidade de Iraquara (BA).

A listagem publicada pela ANP inclui uma grande incógnita. Todas as três usinas da Granol – Anápolis (GO), Cachoeira do Sul (RS) e Porto Nacional (TO) – estão com o status pendente. Todas elas por falta de certidão do FGTS.

O 78º Leilão de Biodiesel (L78) poderá contar com 1.707,2 mil m³ em capacidade de oferta. Esse é o total que as 44 usinas que demonstraram interesse em participar do certame que vai comprar o biodiesel que irá atender à demanda do B13 nos meses de março e abril. O potencial produtivo é o mesmo que disputou o L77 depois da ANP ter acolhido o recurso no qual a Oleoplan pedia o reconhecimento da ampliação de sua unidade de Iraquara (BA).

A listagem publicada pela ANP inclui uma grande incógnita. Todas as três usinas da Granol – Anápolis (GO), Cachoeira do Sul (RS) e Porto Nacional (TO) – estão com o status pendente. Todas elas por falta de certidão do FGTS.

Caso a Granol não consiga regularizar a situação de suas unidades produtivas até a próxima quinta-feira (21), o teto das ofertas no L78 passará a ser de 1.510,2 mil m³. Juntas, as três usinas podem ofertas até 197 mil m³ de biodiesel por bimestre.

Porangatu

Uma das postulantes já ficou pelo caminho. A Olfar tentou inscrever sua usina em Porangatu (GO), mas teve a habilitação sumariamente negada pela ANP.

Construída originalmente pela Bionasa, a usina goiana foi comprada pela Olfar em outubro de 2018 Embora os novos donos tivessem a intenção de colocá-la para produzir no segundo semestre de 2019, até hoje ela se encontra desativada.

Embora ainda não tenha autorização para produzir biodiesel, os documentos apresentados pela Olfar à ANP indicam que a unidade terá capacidade para fabricar até 648 mil m³ de biodiesel o que faria dela a segunda maior fábrica de biodiesel o país – atrás somente a Potencial em Lapa (PR).

Se tivesse sido autorizada, o teto de oferta do L78 chegaria a 1.815,2 mil m³.

Diferente de outras situações nas quais empresas inscreveram usinas ainda sem todas as autorizações relevantes (como fez a Unibras no L69), dessa vez a ANP informa que a habilitação da Olfar de Porangatu foi feita de forma intempestiva.

Isso quer dizer que, muito provavelmente, a empresa perdeu a chance de colocar Porangatu para operar no próximo bimestre.

Uma cópia da última versão da pré-habilitação L78 pode ser acessada clicando aqui.

Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com

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