Ainda está ruim, mas parece que o pior ficou para trás. Segundo o mais recente Boletim de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis da ANP, o óleo diesel consumido pelos brasileiros no mês de junho teve um índice de não conformidade superior a 3,8%. Embora este ainda seja um número bastante negativo, ele representa uma melhora importante em relação aos dos meses anteriores.
Ainda está ruim, mas parece que o pior ficou para trás. Segundo o mais recente Boletim de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis da ANP, o óleo diesel consumido pelos brasileiros no mês de junho teve um índice de não conformidade superior a 3,8%. Embora este ainda seja um número bastante negativo, ele representa uma melhora importante em relação aos dos meses anteriores.
Em abril, tivemos o pior índice de qualidade do diesel desde a introdução do B5, em 2010, com preocupantes 6,7% de não conformidade. Em maio a situação melhorou – ao menos um pouco – com 5% das amostras coletadas apresentando algum tipo de problema.
Ao todo, 116 amostras das 3.025 que foram coletadas pela rede de laboratórios do Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis (PMQC) ao longo do mês passado apresentaram pelo menos um vício de qualidade.
O teor de biodiesel foi o problema mais comum do diesel estando presente em pouco mais de metade – 55% – das amostras coletadas. Ou seja, pelo menos, 63 amostras foram reprovadas por terem percentuais de biodiesel diferentes do estipulado. Em abril, haviam sido 73% – ou 134 – das amostras com falhas nesse aspecto.
Os capixabas tiveram melhor diesel melhor do mercado brasileiro com inconformidade pouco superior a 1,2%. Já o pior diesel foi o do Amapá que teve 13,3% das amostras coletadas reprovadas. Um mês antes o Tocantins havia tido a pior performance do mercado brasileiro com 27,6% amostras não conformes.
Mistura
Aumentos na adição de biodiesel – como o ocorrido em março com a chegada do B8 – costumam estar associados à pioras importantes nos índices de qualidade do biodiesel. Picos de não conformidade foram registrados nos meses seguintes à introdução do B5 no começo de 2010, do B6 e B7 ao longo do segundo semestre de 2014 e do B8 agora em março. O problema é causado pelo teor de mistura de biodiesel, que fica diferente do percentual devido.
A única exceção à regra veio no final de 2016, quando houve uma piora importante que não parece associada a nenhum aumento de mistura.
Semestre
No primeiro semestre de 2017, foram reprovadas 4,2% das amostras coletadas. Essa é uma piora considerável em relação ao mesmo periodo do ano passado quando as reprovações ficaram em somente 1,6%
Esse foi o pior indicador desde 2010 que a não conformidade do 1º semestre chegou perto de 3,9%
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Ainda está ruim, mas parece que o pior ficou para trás. Segundo o mais recente Boletim de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis da ANP, o óleo diesel consumido pelos brasileiros no mês de junho teve um índice de não conformidade superior a 3,8%. Embora este ainda seja um número bastante negativo, ele representa uma melhora importante em relação aos dos meses anteriores.
Em abril, tivemos o pior índice de qualidade do diesel desde a introdução do B5, em 2010, com preocupantes 6,7% de não conformidade. Em maio a situação melhorou – ao menos um pouco – com 5% das amostras coletadas apresentando algum tipo de problema.
Ao todo, 116 amostras das 3.025 que foram coletadas pela rede de laboratórios do Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis (PMQC) ao longo do mês passado apresentaram pelo menos um vício de qualidade.
O teor de biodiesel foi o problema mais comum do diesel estando presente em pouco mais de metade – 55% – das amostras coletadas. Ou seja, pelo menos, 63 amostras foram reprovadas por terem percentuais de biodiesel diferentes do estipulado. Em abril, haviam sido 73% – ou 134 – das amostras com falhas nesse aspecto.
Os capixabas tiveram melhor diesel melhor do mercado brasileiro com inconformidade pouco superior a 1,2%. Já o pior diesel foi o do Amapá que teve 13,3% das amostras coletadas reprovadas. Um mês antes o Tocantins havia tido a pior performance do mercado brasileiro com 27,6% amostras não conformes.
Mistura
Aumentos na adição de biodiesel – como o ocorrido em março com a chegada do B8 – costumam estar associados à pioras importantes nos índices de qualidade do biodiesel. Picos de não conformidade foram registrados nos meses seguintes à introdução do B5 no começo de 2010, do B6 e B7 ao longo do segundo semestre de 2014 e do B8 agora em março. O problema é causado pelo teor de mistura de biodiesel, que fica diferente do percentual devido.
A única exceção à regra veio no final de 2016, quando houve uma piora importante que não parece associada a nenhum aumento de mistura.
Semestre
No primeiro semestre de 2017, foram reprovadas 4,2% das amostras coletadas. Essa é uma piora considerável em relação ao mesmo periodo do ano passado quando as reprovações ficaram em somente 1,6%
Esse foi o pior indicador desde 2010 que a não conformidade do 1º semestre chegou perto de 3,9%
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com