Segundo agência da ONU, os óleos mais negociados no mercado global ficaram cerca de 3,4% mais caros no mês passado
Os preços dos óleos vegetais voltaram a encontrar sustentação no mês passado e encerraram um ciclo de baixas que havia se iniciado em julho. Segundo a mais nova atualização dos dados da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em novembro as cotações dos 10 óleos mais negociados ao redor do globo tiveram valorização média de 3,4%.
Na métrica adotada pela agência da ONU no Índice FAO dos Preços dos Alimentos, os óleos vegetais fecharam novembro cotados em 124,1 pontos – 4,1 pontos acima de outubro. Apesar desse novo repique, os preços dos óleos vêm caindo de forma consistente desde abril do ano passado – ao longo dos últimos 20 meses os preços fecharam no campo positivo em apenas três ocasiões.
Os preços dos óleos vegetais voltaram a encontrar sustentação no mês passado e encerraram um ciclo de baixas que havia se iniciado em julho. Segundo a mais nova atualização dos dados da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em novembro as cotações dos 10 óleos mais negociados ao redor do globo tiveram valorização média de 3,4%.
Na métrica adotada pela agência da ONU no Índice FAO dos Preços dos Alimentos, os óleos vegetais fecharam novembro cotados em 124,1 pontos – 4,1 pontos acima de outubro. Apesar desse novo repique, os preços dos óleos vêm caindo de forma consistente desde abril do ano passado – ao longo dos últimos 20 meses os preços fecharam no campo positivo em apenas três ocasiões.
Nos últimos 12 meses, a baixa acumulada foi de 19,8%.
Palma
A alta de novembro foi puxada pelas cotações dos óleos de palma e de girassol. No caso da palma, a alta em novembro foi de 6%, em função da expansão na demanda dos maiores países compradores da commodity que veio justamente no período de entressafra do produto.
No campo contrário, tivemos o óleo de soja que – a despeito da piora nas estimativas da safra brasileira – perdeu sustentação em função da demanda mais fraca.
De forma geral, o Indice FAO se manteve no campo negativo perdendo mais 0,2% e fechando novembro em 120,4 pontos. Esse é o menor patamar para o indicador em 32 meses. A queda foi definida pelos mercados de carnes (-0,4%) e de cereais (-3%). Além dos óleos, lácteos (2,2%) e açúcar (1,4%) fecharam o mês passado em alta.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com