Cientistas ligados ao Departamento de Energia (DOE) do governo Estados Unidos podem ter resolvido um dos maiores problemas relacionados ao cultivo de microalgas para fins energéticos. Eles encontraram uma forma de maximizar a produção de óleos pelos microorganismos sem matá-los ao durante o processo.
Cientistas ligados ao Departamento de Energia (DOE) do governo Estados Unidos podem ter resolvido um dos maiores problemas relacionados ao cultivo de microalgas para fins energéticos. Eles encontraram uma forma de maximizar a produção de óleos pelos microorganismos sem matá-los ao durante o processo.
Naturalmente, as microalgas só começam a armazenar energia na forma de gordura quando se encontram em situações de elevado stress – a formação de gordura é uma forma desses organismos estocaram comida quando percebem que um período de vacas magras se aproxima. Isso tem obrigado os pesquisadores a caminharem por uma linha fina: se as algas são estressadas de menos a densidade energética da produção não atinge níveis ótimos; se elas são estressadas demais os organismos começam a morrer. “Nós sabemos como estressar as algas. O que a gente não sabia até agora era como manter as algas vivas”, resumiu Chew Yee Ngan, um dos autores do estudo.
Trabalhando com algas da espécie Chlamydomonas reinhardtii, os cientistas reduziram a oferta de nutrientes para estressar as culturas e, então, analisaram seu DNA para identificar os genes que se tornam mais ativos durante o processo de síntese de gorduras e os mecanismos celulares correspondentes. “Nós procuramos por mudanças nas células estressadas em comparação com as que estavam crescendo normalmente”, explicou o cientista.
Eles acabaram identificando dois genes que desempenham um papel fundamental na produção de lipídios pelas algas. Agora, a esperando é encontrar formas que reforçar a ação desses genes de forma a reproduzir seu efeito sem ter que, necessariamente, reduzir os nutrientes.
Os resultados do trabalho foram publicados na Nature Plants, publicação especializada em ciências vegetais da respeitável Revista Nature.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Cientistas ligados ao Departamento de Energia (DOE) do governo Estados Unidos podem ter resolvido um dos maiores problemas relacionados ao cultivo de microalgas para fins energéticos. Eles encontraram uma forma de maximizar a produção de óleos pelos microorganismos sem matá-los ao durante o processo.
Naturalmente, as microalgas só começam a armazenar energia na forma de gordura quando se encontram em situações de elevado stress – a formação de gordura é uma forma desses organismos estocaram comida quando percebem que um período de vacas magras se aproxima. Isso tem obrigado os pesquisadores a caminharem por uma linha fina: se as algas são estressadas de menos a densidade energética da produção não atinge níveis ótimos; se elas são estressadas demais os organismos começam a morrer. “Nós sabemos como estressar as algas. O que a gente não sabia até agora era como manter as algas vivas”, resumiu Chew Yee Ngan, um dos autores do estudo.
Trabalhando com algas da espécie Chlamydomonas reinhardtii, os cientistas reduziram a oferta de nutrientes para estressar as culturas e, então, analisaram seu DNA para identificar os genes que se tornam mais ativos durante o processo de síntese de gorduras e os mecanismos celulares correspondentes. “Nós procuramos por mudanças nas células estressadas em comparação com as que estavam crescendo normalmente”, explicou o cientista.
Eles acabaram identificando dois genes que desempenham um papel fundamental na produção de lipídios pelas algas. Agora, a esperando é encontrar formas que reforçar a ação desses genes de forma a reproduzir seu efeito sem ter que, necessariamente, reduzir os nutrientes.
Os resultados do trabalho foram publicados na Nature Plants, publicação especializada em ciências vegetais da respeitável Revista Nature.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com