Embarques de agosto somaram 206,6 mil toneladas – um terço abaixo do recorde de julho, mas 30,6% acima de um ano antes
Sem o B16 – cuja adoção segue condicionada à conclusão dos testes exigidos pela Lei do Combustível do Futuro –, o excedente de óleo de soja continua encontrando saída no mercado externo. De acordo com os dados mais recentes do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), as esmagadoras brasileiras exportaram um pouco mais de 206,6 mil toneladas do insumo em agosto – 34,9% menos do que em julho, quando os embarques bateram na trave do recorde histórico.
Em termos de matéria-prima, o volume equivale ao óleo obtido com o esmagamento de cerca de 1,09 milhão de toneladas de soja em grão.
Com isso, o acumulado de janeiro a agosto beira 1,57 milhão de toneladas –superando as 1,36 milhão de toneladas que o país exportou no ano passado inteiro. É o maior volume para os oito primeiros meses do ano desde 2023, quando o Brasil ainda colhia os efeitos do congelamento da mistura de biodiesel.
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