As pequenas e médias usinas da Argentina tiveram que pisar no freio desde que Mauricio Macri derrotou Daniel Sciolli, candidato apoiado pela presidente Cristina Kirchner, nas eleições presidenciais deste domingo (22). Existe a expectativa de que o novo governo reduza substancialmente as tarifas cobradas sobre as exportações do complexo soja o que está reduzindo a oferta do insumo.
As pequenas e médias usinas da Argentina tiveram que pisar no freio desde que Mauricio Macri derrotou Daniel Sciolli, candidato apoiado pela presidente Cristina Kirchner, nas eleições presidenciais deste domingo (22). Existe a expectativa de que o novo governo reduza substancialmente as tarifas cobradas sobre as exportações do complexo soja o que está reduzindo a oferta do insumo.
Segundo a Câmara de Empresas Regionais Pequenas e Médias Fabricantes de Biodiesel (Cepreb na sigla original), a falta de óleo de soja no mercado já ameaça o atendimento do mercado da mistura obrigatória a partir de dezembro. Enquanto as usinas de maior porte tendem a vender sua produção para o mercado de exportação, a demanda interna é majoritariamente atendida por usinas de menor porte que concentram cerca de 80% do mercado.
Atualmente, o país vizinho adiciona 10% de biodiesel.
Mesmo as esmagadoras vêm enfrentando dificuldades à medida em que os produtores rurais reduzem as vendas de soja em grão à espera dos desdobramentos da posse de Macri no próximo dia 10 de dezembro. Uma das promessas de campanha do novo presidente é cortar as tarifas de exportação, que atualmente estão em 35%, em cinco pontos percentuais.
A indústria de biodiesel da Argentina vem passando por altos e baixos nos últimos tempos. Embora a produção tenha ensaiado uma recuperação nos meses mais recentes, o país teve o pior 1º semestre de sua história justamente em função da retração das vendas no mercado externo.
Para tentar reverter esse jogo, recentemente o governo Kirchner baixou o imposto de exportação de biodiesel para 3,3%.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Com informações Argus Media
As pequenas e médias usinas da Argentina tiveram que pisar no freio desde que Mauricio Macri derrotou Daniel Sciolli, candidato apoiado pela presidente Cristina Kirchner, nas eleições presidenciais deste domingo (22). Existe a expectativa de que o novo governo reduza substancialmente as tarifas cobradas sobre as exportações do complexo soja o que está reduzindo a oferta do insumo.
Segundo a Câmara de Empresas Regionais Pequenas e Médias Fabricantes de Biodiesel (Cepreb na sigla original), a falta de óleo de soja no mercado já ameaça o atendimento do mercado da mistura obrigatória a partir de dezembro. Enquanto as usinas de maior porte tendem a vender sua produção para o mercado de exportação, a demanda interna é majoritariamente atendida por usinas de menor porte que concentram cerca de 80% do mercado.
Atualmente, o país vizinho adiciona 10% de biodiesel.
Mesmo as esmagadoras vêm enfrentando dificuldades à medida em que os produtores rurais reduzem as vendas de soja em grão à espera dos desdobramentos da posse de Macri no próximo dia 10 de dezembro. Uma das promessas de campanha do novo presidente é cortar as tarifas de exportação, que atualmente estão em 35%, em cinco pontos percentuais.
A indústria de biodiesel da Argentina vem passando por altos e baixos nos últimos tempos. Embora a produção tenha ensaiado uma recuperação nos meses mais recentes, o país teve o pior 1º semestre de sua história justamente em função da retração das vendas no mercado externo.
Para tentar reverter esse jogo, recentemente o governo Kirchner baixou o imposto de exportação de biodiesel para 3,3%.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Com informações Argus Media
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