Essa semana, a Casa Rosada anunciou que a tarifa de exportação de biodiesel para o mês de outubro será de 3,3% – é o menor valor da história. A medida é parte de um esforço para tentando fazer com que as exportações de indústria recuperem o espaço perdido.
Essa semana, a Casa Rosada anunciou que a tarifa de exportação de biodiesel para o mês de outubro será de 3,3% – é o menor valor da história. A medida é parte de um esforço para tentando fazer com que as exportações de indústria recuperem o espaço perdido.
A informação foi divulgada pela Secretaria de Energia, órgão ligado ao Ministério de Planejamento Federal, Investimento Público e Serviços do governo vizinho. Com meses de atraso, a tabela de referência de preços e tarifas de exportação para o segmento havia sido atualizada no começo do mês passado com os números até agosto quando a alíquota havia sido elevada para 9,8%.
Agora, ela foi atualizada novamente até o mês de outubro. Entre a atualização passada a atual, houve um corte de dois terços.
No tranco
O país vizinho já foi o maior exportador mundial do biocombustível com vendas externas que chegaram a quase 2,6 milhões de toneladas em 2014, mas vem enfrentando um mau momento tanto em função dos baixos preços do petróleo – que tornam o produto menos competitivo – quanto pelo fechamento do mercado Europeu.
Apenas no primeiro semestre do ano, o volume exportado caiu para menos da metade do volume apurado no mesmo período em 2014. Mesmo com um crescimento substancial na demanda interna – 30% –, isso não bastou para compensas as perdas.
Resultado: a indústria tem vivido os piores meses de sua história com uma expectativa de queda de 30% da produção.
A medida procura reativar as exportações da indústria.
Preços
Nem tudo é bondade no anúncio. Os valores pagos pelo biodiesel no mercado interno argentino foram reajustados para baixo.
Para uma usina de grande porte, a tonelada de biodiesel passou a valer 5.154,87 pesos em outubro, 1,3% menos que na última atualização da tabela em agosto. Já as usinas de pequeno porte recebem 7.020,25 pesos pelo mesmo volume, 0,5% menos.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
Essa semana, a Casa Rosada anunciou que a tarifa de exportação de biodiesel para o mês de outubro será de 3,3% – é o menor valor da história. A medida é parte de um esforço para tentando fazer com que as exportações de indústria recuperem o espaço perdido.
A informação foi divulgada pela Secretaria de Energia, órgão ligado ao Ministério de Planejamento Federal, Investimento Público e Serviços do governo vizinho. Com meses de atraso, a tabela de referência de preços e tarifas de exportação para o segmento havia sido atualizada no começo do mês passado com os números até agosto quando a alíquota havia sido elevada para 9,8%.
Agora, ela foi atualizada novamente até o mês de outubro. Entre a atualização passada a atual, houve um corte de dois terços.
No tranco
O país vizinho já foi o maior exportador mundial do biocombustível com vendas externas que chegaram a quase 2,6 milhões de toneladas em 2014, mas vem enfrentando um mau momento tanto em função dos baixos preços do petróleo – que tornam o produto menos competitivo – quanto pelo fechamento do mercado Europeu.
Apenas no primeiro semestre do ano, o volume exportado caiu para menos da metade do volume apurado no mesmo período em 2014. Mesmo com um crescimento substancial na demanda interna – 30% –, isso não bastou para compensas as perdas.
Resultado: a indústria tem vivido os piores meses de sua história com uma expectativa de queda de 30% da produção.
A medida procura reativar as exportações da indústria.
Preços
Nem tudo é bondade no anúncio. Os valores pagos pelo biodiesel no mercado interno argentino foram reajustados para baixo.
Para uma usina de grande porte, a tonelada de biodiesel passou a valer 5.154,87 pesos em outubro, 1,3% menos que na última atualização da tabela em agosto. Já as usinas de pequeno porte recebem 7.020,25 pesos pelo mesmo volume, 0,5% menos.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com