As usinas de biodiesel da Argentina começam a retormar as exportações para a UE menos de um mês depois de terem sido sido efetivamente banidas dos EUA.
“Quando uma porta se fecha, uma janela se abre”. O ditado parecer ter sido cunhado sob medida para o setor de biodiesel da Argentina. Menos de um mês depois dos Estados Unidos terem fechado seu mercado, a União Europeia (UE) já começou a receber os primeiros embarques do biocombustível fabricado pelas usinas argentinas.
“Quando uma porta se fecha, uma janela se abre”. O ditado parecer ter sido cunhado sob medida para o setor de biodiesel da Argentina. Menos de um mês depois dos Estados Unidos terem fechado seu mercado, a União Europeia (UE) já começou a receber os primeiros embarques do biocombustível fabricado pelas usinas argentinas.
Embora a situação com a UE ainda não esteja completamente resolvida, o bloco europeu tem só até o final deste mês para cumprir uma decisão da OMC que determina a revisão das tarifas antidumping que desde 2013 vem barrando às exportações de biodiesel argentinas.
A alíquota máxima paga pelas usinas argentinas para acessar o mercado europeu cairá dos atuais 25,7% para 8,1%.
Em antecipação, alguns importadores já vêm antecipando suas compras. “Já começamos a exportar biodiesel para a Europa de forma muito gradual”, disse o diretor executiva da Associação Argentina de Biocombustíveis e Hidrogênio, Carlos Molina, para a agência de notícias Platts.
Em 2013, os países membros da UE importaram pouco mais de 470 mil toneladas de biodiesel da Argentina pelo equivalente a US$ 432,7 milhões. As vendas ao bloco europeu representaram 41,5% do volume embarcado naquele ano.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
“Quando uma porta se fecha, uma janela se abre”. O ditado parecer ter sido cunhado sob medida para o setor de biodiesel da Argentina. Menos de um mês depois dos Estados Unidos terem fechado seu mercado, a União Europeia (UE) já começou a receber os primeiros embarques do biocombustível fabricado pelas usinas argentinas.
Embora a situação com a UE ainda não esteja completamente resolvida, o bloco europeu tem só até o final deste mês para cumprir uma decisão da OMC que determina a revisão das tarifas antidumping que desde 2013 vem barrando às exportações de biodiesel argentinas.
A alíquota máxima paga pelas usinas argentinas para acessar o mercado europeu cairá dos atuais 25,7% para 8,1%.
Em antecipação, alguns importadores já vêm antecipando suas compras. “Já começamos a exportar biodiesel para a Europa de forma muito gradual”, disse o diretor executiva da Associação Argentina de Biocombustíveis e Hidrogênio, Carlos Molina, para a agência de notícias Platts.
Em 2013, os países membros da UE importaram pouco mais de 470 mil toneladas de biodiesel da Argentina pelo equivalente a US$ 432,7 milhões. As vendas ao bloco europeu representaram 41,5% do volume embarcado naquele ano.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com