O Instituto Alemão para Padronização (DIN, na sigla original) publicou um novo padrão que prevê o uso misturas entre diesel mineral e biodiesel em 20% e 30%. Embora o país permita a venda de biodiesel puro nos postos, pela regra atual – DIN EM 590 – a mistura máxima é 7%.
O Instituto Alemão para Padronização (DIN, na sigla original) publicou um novo padrão que prevê o uso misturas entre diesel mineral e biodiesel em 20% e 30%. Embora o país permita a venda de biodiesel puro nos postos, pela regra atual – DIN EM 590 – a mistura máxima é 7%.
A nova regra é exclusiva para frotas fechadas e caminhões pesados em atendimento a padrões da União Europeia. Segundo a norma, nesse segmento as condições de manutenção dos veículos são mais propícias ao uso de misturas maiores e minimizam o risco de danos aos motores.
A União para a Promoção de Óleos e Proteínas Vegetais (Ufop) que reúne os maiores fabricantes de biodiesel do país europeu, celebrou a medida que, segundo a organização, cria uma nova opção para descarbonizar segmentos importantes do setor de transportes
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
O Instituto Alemão para Padronização (DIN, na sigla original) publicou um novo padrão que prevê o uso misturas entre diesel mineral e biodiesel em 20% e 30%. Embora o país permita a venda de biodiesel puro nos postos, pela regra atual – DIN EM 590 – a mistura máxima é 7%.
A nova regra é exclusiva para frotas fechadas e caminhões pesados em atendimento a padrões da União Europeia. Segundo a norma, nesse segmento as condições de manutenção dos veículos são mais propícias ao uso de misturas maiores e minimizam o risco de danos aos motores.
A União para a Promoção de Óleos e Proteínas Vegetais (Ufop) que reúne os maiores fabricantes de biodiesel do país europeu, celebrou a medida que, segundo a organização, cria uma nova opção para descarbonizar segmentos importantes do setor de transportes
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com