Na década de 1970, muito antes de as nações se preocuparem verdadeiramente com a emissão de gás carbônico (CO2) na atmosfera, o Sistema Petrobras apresentava para o mundo um novo combustível, menos poluente e de fonte renovável: nascia o Pró-Álcool.
Durante muitos anos a experiencia brasileira foi vista com certo descrédito. Mas a Petrobras, já acostumada a mostrar que o Brasil tem gente e tecnologia suficientes para desenvolver alternativas viáveis de combustíveis, não desistiu do desafio. Assim foi com a exploração de petróleo em águas profundas. Assim esta sendo com o biodiesel e o H-Bio.
Passados 30 anos o Brasil novamente demonstra capacidade de inovação, o País se tornou auto-suficiente na produção de petróleo e o projeto do etanol como combustível agregou novo conhecimentos. A gasolina brasileira recebe hoje até 25% de álcool (ou etanol, como é conhecido internacionalmente).
Muitas vezes, não percebemos a grandiosidade do que foi desenvolvido no Brasil. Hoje, por exemplo, o etanol representa cerca de 30% do mercado de combustíveis para veículos leves. Isto significa dizer que o etanol teve uma participação fundamental na conquista da auto-suficiência. Caso o Brasil não tivesse o combustível, deveria produzir o volume equivalente de gasolina.
São anos de experiência na produção, armazenamento, transporte e distribuição de etanol. O que é hoje uma novidade para o mundo, representa uma conquista consolidada em solo brasileiro. E a Transpetro tem papel indispensável no programa brasileiro de exportação de álcool carburante. Através da logística da Transpetro é possível trazer o álcool combustível de regiões distantes, como o interior de São Paulo, por um sistema intermodal, que envolve rodovias, ferrovias, dutos, terminais e navios”, explica Emanuel Nazareno Filho, consultor técnico da Gerência de Novos Negócios.
Investimentos garantem viabilidade do etanol
Até 2012, os investimentos do Sistema Petrobras em etanol podem chegar a US$ 600 milhões, divididos em quatro fases, sempre relacionados ao aumento da produção de álcool e dos contratos firmados no exterior para o consumo do produto.
O primeiro projeto é a adequação do duto de Guararema ao Rio de Janeiro. O segundo, a construção de um duto interligando a Refinaria de Paulínia ao Terminal de Guararema. O terceiro projeto prevê a instalação de terminais e de um sistema de barcaças levarão derivados de petróleo ao Centro-Oeste e trarão etanol para exportação. Já o quarto projeto consiste na faixa do Oleoduto São Paulo-Brasília.
Todos esses investimentos têm como objetivo elevar a movimentação do etanol dos atuais 2,600 mil m³/ano para 4 milhões de m³/ano em 2008.
Empresa multimodal
Está prevista ainda a utilização integrada de trens, barcaças, dutos, caminhos e navios, consolidando a Transpetro como uma multimodal. Para Marcelino Guedes, diretor de Terminais e Oleodutos, “o grande desafio é colocar a logística brasileira em condições de competitividade internacional. Este não é um projeto da Transpetro, não é um projeto do Sistema Petrobrás. É um projeto do Brasil”.
O Terminal Aquaviário de Paranaguá também receberá infra-estrutura para o etanol, assim como o Terminal de Maceió, que terá sua tancagem ampliada. Navios do Programa de Modernização e Expansão da Frota também poderão ser utilizados na exportação do etanol brasileiro.
Charles Labrunie, gerente de Novos Negócios, afirma que o Sistema Petrobrás tem diante de si a oportunidade de tornar o setor produtor de álcool brasileiro um importante cliente e parceiro. “Ao oferecer uma solução segura, competitiva, de alta confiabilidade e com garantia da preservação da qualidade do etanol, abre-se um novo mercado”.
BECAN SERÁ ESTRATÉGICO PARA PLANTA DE BIODIESEL
Biodiesel é um combustível biodegradável derivado de fontes renováveis. Pode ser produzido a partir de gordura animais ou de óleos vegetais, como mamona, dendê (palma), girassol, babaçu, soja, dentre outras. Substitui total ou parcialmente o óleo diesel de petróleo em motores automotivos (caminhões, tratores, automóveis, etc) ou estacionários (geradores de eletricidade, etc).
A base de Candeias (Becan), na Bahia, operada pela Transpetro, também aposta no biodiesel – possui tancagem com capacidade de armazenamento de 2,800 m³ de biodiesel. A planta de Biodiesel da Petrobrás começará a funcionar em 2007 e será montada ao lado da Becan, no eixo ferroviário do Nordeste do País. A planta produzirá 110.000m³ de biodiesel e a base de Candeias terá um papel estratégico na logística de transporte.
O programa de biodiesel do governo brasileiro injetará R$ 369 milhões na agricultura famílias até 2007. Esses recursos beneficiarão 205.471 agricultores que têm contrato de venda da matéria-prima para as usinas produtoras de biodiesel.
Durante muitos anos a experiencia brasileira foi vista com certo descrédito. Mas a Petrobras, já acostumada a mostrar que o Brasil tem gente e tecnologia suficientes para desenvolver alternativas viáveis de combustíveis, não desistiu do desafio. Assim foi com a exploração de petróleo em águas profundas. Assim esta sendo com o biodiesel e o H-Bio.
Passados 30 anos o Brasil novamente demonstra capacidade de inovação, o País se tornou auto-suficiente na produção de petróleo e o projeto do etanol como combustível agregou novo conhecimentos. A gasolina brasileira recebe hoje até 25% de álcool (ou etanol, como é conhecido internacionalmente).
Muitas vezes, não percebemos a grandiosidade do que foi desenvolvido no Brasil. Hoje, por exemplo, o etanol representa cerca de 30% do mercado de combustíveis para veículos leves. Isto significa dizer que o etanol teve uma participação fundamental na conquista da auto-suficiência. Caso o Brasil não tivesse o combustível, deveria produzir o volume equivalente de gasolina.
São anos de experiência na produção, armazenamento, transporte e distribuição de etanol. O que é hoje uma novidade para o mundo, representa uma conquista consolidada em solo brasileiro. E a Transpetro tem papel indispensável no programa brasileiro de exportação de álcool carburante. Através da logística da Transpetro é possível trazer o álcool combustível de regiões distantes, como o interior de São Paulo, por um sistema intermodal, que envolve rodovias, ferrovias, dutos, terminais e navios”, explica Emanuel Nazareno Filho, consultor técnico da Gerência de Novos Negócios.
Investimentos garantem viabilidade do etanol
Até 2012, os investimentos do Sistema Petrobras em etanol podem chegar a US$ 600 milhões, divididos em quatro fases, sempre relacionados ao aumento da produção de álcool e dos contratos firmados no exterior para o consumo do produto.
O primeiro projeto é a adequação do duto de Guararema ao Rio de Janeiro. O segundo, a construção de um duto interligando a Refinaria de Paulínia ao Terminal de Guararema. O terceiro projeto prevê a instalação de terminais e de um sistema de barcaças levarão derivados de petróleo ao Centro-Oeste e trarão etanol para exportação. Já o quarto projeto consiste na faixa do Oleoduto São Paulo-Brasília.
Todos esses investimentos têm como objetivo elevar a movimentação do etanol dos atuais 2,600 mil m³/ano para 4 milhões de m³/ano em 2008.
Empresa multimodal
Está prevista ainda a utilização integrada de trens, barcaças, dutos, caminhos e navios, consolidando a Transpetro como uma multimodal. Para Marcelino Guedes, diretor de Terminais e Oleodutos, “o grande desafio é colocar a logística brasileira em condições de competitividade internacional. Este não é um projeto da Transpetro, não é um projeto do Sistema Petrobrás. É um projeto do Brasil”.
O Terminal Aquaviário de Paranaguá também receberá infra-estrutura para o etanol, assim como o Terminal de Maceió, que terá sua tancagem ampliada. Navios do Programa de Modernização e Expansão da Frota também poderão ser utilizados na exportação do etanol brasileiro.
Charles Labrunie, gerente de Novos Negócios, afirma que o Sistema Petrobrás tem diante de si a oportunidade de tornar o setor produtor de álcool brasileiro um importante cliente e parceiro. “Ao oferecer uma solução segura, competitiva, de alta confiabilidade e com garantia da preservação da qualidade do etanol, abre-se um novo mercado”.
BECAN SERÁ ESTRATÉGICO PARA PLANTA DE BIODIESEL
Biodiesel é um combustível biodegradável derivado de fontes renováveis. Pode ser produzido a partir de gordura animais ou de óleos vegetais, como mamona, dendê (palma), girassol, babaçu, soja, dentre outras. Substitui total ou parcialmente o óleo diesel de petróleo em motores automotivos (caminhões, tratores, automóveis, etc) ou estacionários (geradores de eletricidade, etc).
A base de Candeias (Becan), na Bahia, operada pela Transpetro, também aposta no biodiesel – possui tancagem com capacidade de armazenamento de 2,800 m³ de biodiesel. A planta de Biodiesel da Petrobrás começará a funcionar em 2007 e será montada ao lado da Becan, no eixo ferroviário do Nordeste do País. A planta produzirá 110.000m³ de biodiesel e a base de Candeias terá um papel estratégico na logística de transporte.
O programa de biodiesel do governo brasileiro injetará R$ 369 milhões na agricultura famílias até 2007. Esses recursos beneficiarão 205.471 agricultores que têm contrato de venda da matéria-prima para as usinas produtoras de biodiesel.