Brasil e França concordaram hoje em desenvolver projetos de biocombustíveis nos países da África e do Caribe, dando maior ênfase ao Haiti.
O acordo foi feito entre os presidentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e da França, Jacques Chirac, que realiza uma visita oficial em Brasília. Amanhã Chirac seguirá ao Chile a fim de se encontrar com sua colega Michele Bachellet.
A proposta de impulsionar o desenvolvimento de biocombustíveis (álcool e biodiesel) será apresentada em julho na próxima reunião do Grupo dos Oito (os sete países mais ricos e a Rússia).
O acordo de cooperação foi firmado no Palácio da Alvorada, depois da reunião entre Lula e Chirac.
Chirac também elogiou o presidente Lula por ter "dado a mão" que o Haiti precisava para sair do caos. O país caribenho é o mais pobre do hemisfério ocidental.
A respeito da nacionalização dos hidrocarbonetos decretada pelo presidente da Bolívia, Evo Morales, o Chirac disse que a atitude "devolveu a honra a um povo sofrido".
"Eu confio no presidente Morales e as conversas que mantive com ele me fizeram constatar que ele devolveu a honra a um povo sofrido", ressaltou o presidente francês.
Chirac acrescentou que já se reuniu com Morales duas vezes. "Fiquei com a impressão de que ele está totalmente empenhado nessa questão da nacionalização dos hidrocarbonetos".
O acordo foi feito entre os presidentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e da França, Jacques Chirac, que realiza uma visita oficial em Brasília. Amanhã Chirac seguirá ao Chile a fim de se encontrar com sua colega Michele Bachellet.
A proposta de impulsionar o desenvolvimento de biocombustíveis (álcool e biodiesel) será apresentada em julho na próxima reunião do Grupo dos Oito (os sete países mais ricos e a Rússia).
O acordo de cooperação foi firmado no Palácio da Alvorada, depois da reunião entre Lula e Chirac.
Chirac também elogiou o presidente Lula por ter "dado a mão" que o Haiti precisava para sair do caos. O país caribenho é o mais pobre do hemisfério ocidental.
A respeito da nacionalização dos hidrocarbonetos decretada pelo presidente da Bolívia, Evo Morales, o Chirac disse que a atitude "devolveu a honra a um povo sofrido".
"Eu confio no presidente Morales e as conversas que mantive com ele me fizeram constatar que ele devolveu a honra a um povo sofrido", ressaltou o presidente francês.
Chirac acrescentou que já se reuniu com Morales duas vezes. "Fiquei com a impressão de que ele está totalmente empenhado nessa questão da nacionalização dos hidrocarbonetos".