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Grupo Algar avalia investir em etanol ou em biodiesel

O grupo possui 12 empresas, com 11 mil funcionários, que atuam nos setores de telecomunicações e agroindústria
Gazeta Mercantil 2 min de leitura
O grupo possui 12 empresas, com 11 mil funcionários, que atuam nos setores de telecomunicações e agroindústria

O Grupo Algar, que está entre os 15 maiores de Minas Gerais e faturou R$ 2 bilhões no ano passado, investirá R$ 143 milhões na produção de combustível de origem agrícola. A definição do produto, porém, só ocorrerá em julho, quando terá elementos suficientes para optar entre o biodiesel ou álcool. Segundo o principal executivo da organização, Luís Alexandre Garcia, a empresa estuda se implantará uma usina de álcool no triângulo mineiro onde possui terras disponíveis ou se produzirá o biodiesel, em instalações que serão erguidas próximas à fábrica de óleo de soja que será inaugurada ainda neste mês em Porto Franco, no Maranhão.

O grupo possui 12 empresas, com 11 mil funcionários, que atuam nos setores de telecomunicações e agroindústria. Neste último, é o maior produtor de óleo de soja de Minas Gerais, sendo detentor de quase 30% do mercado consumidor no estado, que tem a segunda maior população do País. Agora em abril, o Grupo vai inaugurar uma usina de esmagamento de soja, no sul do Maranhão, que recebeu investimentos de R$ 220 milhões e que terá capacidade para beneficiar 1.500 toneladas diárias de soja, mas que chegará a duas mil toneladas até o final do ano.

Durval Guimarães
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