A Prefeitura de São Paulo, por meio da São Paulo Transporte (SPTrans), renovará 140 tróleibus dos 200 veículos que circulam na cidade. Onze veículos novos já estão operando com poluição zero.
A idade média dos veículos em uso na cidade baixou para 4 anos e 6 meses. Dos 15 mil ônibus da frota de transporte público de São Paulo 9.684 (ou 65%) já foram renovados. Se comparado o período de outubro/2006 a dezembro/2010, a capacidade da frota aumentou 21% e o número de passageiros transportados cresceu 11%, somente com o uso de veículos maiores.
Dentro da política de melhoria da frota e redução da poluição do ar, a prefeitura lançou recentemente o Programa Ecofrota, que prevê a utilização progressiva de combustíveis limpos na frota de ônibus de São Paulo, reduzindo a emissão de poluentes no ar da capital. O selo do projeto identificará todo veículo do transporte público que estiver abastecido com combustíveis mais limpos e menos poluentes.
B20
Somente na Zona Leste da capital, cerca de 30 linhas de ônibus com pouco mais de 1.200 veículos já circulam com o chamado B20, ou seja, uma mistura de 20% de biodiesel feito de grãos de soja e milho, adicionado ao diesel usado no município.
A utilização do B20 nesses veículos deve reduzir 22% a emissão de material particulado, 13% de monóxido de carbono e 10% de hidrocarbonetos, além de atingir 15% da meta anual de redução de combustíveis fósseis no sistema de transporte público.
Além dos ônibus abastecidos com B20, já em circulação, a marca Ecofrota estará em todos os veículos de tecnologia limpa da frota municipal, seja movido a biodiesel, seja a etanol, híbrido ou elétrico.
Segundo a SPTrans , além da nova mistura de combustíveis limpos, a frota do sistema de transporte público municipal conta com outras iniciativas que procuram reduzir a emissão de poluentes no ar na cidade. Como, por exemplo, toda a frota usa combustível B5 S50, uma mistura de diesel de petróleo adicionado a 5% de biodiesel, mas com menos teor de enxofre. A partir de abril, começam a circular os primeiros 50 veículos movidos a etanol, será a primeira frota a usar o combustível totalmente renovável e não poluente produzido no Brasil.
A idade média dos veículos em uso na cidade baixou para 4 anos e 6 meses. Dos 15 mil ônibus da frota de transporte público de São Paulo 9.684 (ou 65%) já foram renovados. Se comparado o período de outubro/2006 a dezembro/2010, a capacidade da frota aumentou 21% e o número de passageiros transportados cresceu 11%, somente com o uso de veículos maiores.
Dentro da política de melhoria da frota e redução da poluição do ar, a prefeitura lançou recentemente o Programa Ecofrota, que prevê a utilização progressiva de combustíveis limpos na frota de ônibus de São Paulo, reduzindo a emissão de poluentes no ar da capital. O selo do projeto identificará todo veículo do transporte público que estiver abastecido com combustíveis mais limpos e menos poluentes.
B20
Somente na Zona Leste da capital, cerca de 30 linhas de ônibus com pouco mais de 1.200 veículos já circulam com o chamado B20, ou seja, uma mistura de 20% de biodiesel feito de grãos de soja e milho, adicionado ao diesel usado no município.
A utilização do B20 nesses veículos deve reduzir 22% a emissão de material particulado, 13% de monóxido de carbono e 10% de hidrocarbonetos, além de atingir 15% da meta anual de redução de combustíveis fósseis no sistema de transporte público.
Além dos ônibus abastecidos com B20, já em circulação, a marca Ecofrota estará em todos os veículos de tecnologia limpa da frota municipal, seja movido a biodiesel, seja a etanol, híbrido ou elétrico.
Segundo a SPTrans , além da nova mistura de combustíveis limpos, a frota do sistema de transporte público municipal conta com outras iniciativas que procuram reduzir a emissão de poluentes no ar na cidade. Como, por exemplo, toda a frota usa combustível B5 S50, uma mistura de diesel de petróleo adicionado a 5% de biodiesel, mas com menos teor de enxofre. A partir de abril, começam a circular os primeiros 50 veículos movidos a etanol, será a primeira frota a usar o combustível totalmente renovável e não poluente produzido no Brasil.