Nos últimos dias 3 e 4 de maio, pesquisadores, agricultores, governo e
empresários estiveram reunidos em Recife para discutir a situação.
O estado de Pernambuco tem três usinas comerciais de biodiesel. Uma, em Petrolina, está em fase de construção. A segunda, da Petrobras, ainda está em planejamento. E a terceira, do Grupo Serrote, permanece parada. Para a pesquisadora Claudia Bejan, da comissão organizadora do II Seminário Biodiesel, a explicação para a inatividade do setor no estado é simples: falta matéria-prima. “O biodiesel no Brasil depende da soja e aqui não temos soja”, explica.
Nos últimos dias 3 e 4 de maio, pesquisadores, agricultores, governo e empresários estiveram reunidos em Recife para discutir a situação. “As matérias-primas alternativas tem muito destaque aqui porque a soja não é viável”, aponta. Entre as propostas apresentadas no II Seminário Biodiesel está o uso de gordura de porco, frango e a produção de biodiesel a partir de microalgas.
“O Pernambuco está muito aquém da produção nacional de biodiesel. As usinas estão paradas porque não há matéria-prima”, diz. Para Claudia, para quem participou do evento ficou evidente que “é preciso haver uma mobilização”. “Temos que unir esforços porque as pesquisas que temos hoje são todas em escala laboratorial. E precisamos de uma alternativa que possa ser colocada em prática”, aponta.
A falta de empenho do setor no estado faz com que a produção de biodiesel perca oportunidades. “Agora existe uma mobilização pela coleta de óleo de cozinha usado em todo o Pernambuco para produção de sabão e que poderia ser uma alternativa para o biodiesel, que está perdendo espaço”, conta.
Apesar da perspectiva negativa, Claudia avalia que o seminário foi bastante produtivo. “Tivemos a apresentação de 48 pesquisas científicas sobre matérias-primas e inovação tecnológica e uma participação importante de representantes da agricultura familiar”, elogia. Para Claudia, “embora regional, o evento teve caráter nacional” e conseguiu reunir governo, agricultores, representantes da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e especialistas.
Rosiane Correia de Freitas - BiodieselBR.com
O estado de Pernambuco tem três usinas comerciais de biodiesel. Uma, em Petrolina, está em fase de construção. A segunda, da Petrobras, ainda está em planejamento. E a terceira, do Grupo Serrote, permanece parada. Para a pesquisadora Claudia Bejan, da comissão organizadora do II Seminário Biodiesel, a explicação para a inatividade do setor no estado é simples: falta matéria-prima. “O biodiesel no Brasil depende da soja e aqui não temos soja”, explica.
Nos últimos dias 3 e 4 de maio, pesquisadores, agricultores, governo e empresários estiveram reunidos em Recife para discutir a situação. “As matérias-primas alternativas tem muito destaque aqui porque a soja não é viável”, aponta. Entre as propostas apresentadas no II Seminário Biodiesel está o uso de gordura de porco, frango e a produção de biodiesel a partir de microalgas.
“O Pernambuco está muito aquém da produção nacional de biodiesel. As usinas estão paradas porque não há matéria-prima”, diz. Para Claudia, para quem participou do evento ficou evidente que “é preciso haver uma mobilização”. “Temos que unir esforços porque as pesquisas que temos hoje são todas em escala laboratorial. E precisamos de uma alternativa que possa ser colocada em prática”, aponta.
A falta de empenho do setor no estado faz com que a produção de biodiesel perca oportunidades. “Agora existe uma mobilização pela coleta de óleo de cozinha usado em todo o Pernambuco para produção de sabão e que poderia ser uma alternativa para o biodiesel, que está perdendo espaço”, conta.
Apesar da perspectiva negativa, Claudia avalia que o seminário foi bastante produtivo. “Tivemos a apresentação de 48 pesquisas científicas sobre matérias-primas e inovação tecnológica e uma participação importante de representantes da agricultura familiar”, elogia. Para Claudia, “embora regional, o evento teve caráter nacional” e conseguiu reunir governo, agricultores, representantes da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e especialistas.
Rosiane Correia de Freitas - BiodieselBR.com
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