A Petrobras possui duas unidades piloto de produção de biodiesel, a
diferença das unidades está na tecnologia e na capacidade de produção
de biodiesel.
A Petrobras investe em pesquisa para o desenvolvimento de novas tecnologias, no Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes).
Em maio de 2006, duas unidades piloto de produção de biodiesel foram inauguradas em Guamaré, Rio Grande do Norte. A diferença entre as duas unidades está na tecnologia e na capacidade de produção de biodiesel.
Uma das usinas experimentais utiliza tecnologia convencional e fabrica biodiesel a partir de óleos vegetais. Esta unidade pode produzir diariamente até 600 litros de biodiesel, mas pode ser ampliada para 20 mil litros/dia. A outra, com tecnologia desenvolvida pela Petrobras, produz biodiesel diretamente dos grãos das oleaginosas e utiliza etanol como reagente. Esta já pode atingir a produção de 5 mil litros de biodiesel por dia.
Nas duas unidades, a Petrobras está priorizando o desenvolvimento da tecnologia nacional para a produção de biodiesel a partir de óleo de mamona puro ou em mistura com outros óleos. Ambos os processos geram como subproduto a glicerina, que possui muitas aplicações industriais.
Usinas
Desde o ano passado, a Petrobras está desenvolvendo seus três primeiros projetos de produção industrial de biodiesel em Candeias, na Bahia, Montes Claros, em Minas Gerais e Quixadá, no Ceará. As unidades têm como objetivo atender a demanda da Petrobras Distribuidora (BR) no Nordeste, que hoje comercializa biodiesel em mais de quatro mil postos em todo o Brasil.
As matérias-primas são vários óleos vegetais e gordura animal, e cada usina terá capacidade para produzir 50 milhões de litros anualmente. O investimento total é de aproximadamente R$ 227 milhões. "O início da operação nas três unidades está previsto para janeiro de 2008", disse Carvalho.
O suprimento de matéria-prima para a produção de biodiesel será priorizado a partir da agricultura familiar, pelo menos na quantidade necessária para a obtenção do Selo Combustível Social. O Selo, concedido pelo Governo Federal, garante ao produtor de biodiesel direito a benefícios de políticas públicas específicas, voltadas para estimular a inclusão social de agricultores familiares na cadeia produtiva de biodiesel.
ANBA
A Petrobras investe em pesquisa para o desenvolvimento de novas tecnologias, no Centro de Pesquisas da Petrobras (Cenpes).
Em maio de 2006, duas unidades piloto de produção de biodiesel foram inauguradas em Guamaré, Rio Grande do Norte. A diferença entre as duas unidades está na tecnologia e na capacidade de produção de biodiesel.
Uma das usinas experimentais utiliza tecnologia convencional e fabrica biodiesel a partir de óleos vegetais. Esta unidade pode produzir diariamente até 600 litros de biodiesel, mas pode ser ampliada para 20 mil litros/dia. A outra, com tecnologia desenvolvida pela Petrobras, produz biodiesel diretamente dos grãos das oleaginosas e utiliza etanol como reagente. Esta já pode atingir a produção de 5 mil litros de biodiesel por dia.
Nas duas unidades, a Petrobras está priorizando o desenvolvimento da tecnologia nacional para a produção de biodiesel a partir de óleo de mamona puro ou em mistura com outros óleos. Ambos os processos geram como subproduto a glicerina, que possui muitas aplicações industriais.
Usinas
Desde o ano passado, a Petrobras está desenvolvendo seus três primeiros projetos de produção industrial de biodiesel em Candeias, na Bahia, Montes Claros, em Minas Gerais e Quixadá, no Ceará. As unidades têm como objetivo atender a demanda da Petrobras Distribuidora (BR) no Nordeste, que hoje comercializa biodiesel em mais de quatro mil postos em todo o Brasil.
As matérias-primas são vários óleos vegetais e gordura animal, e cada usina terá capacidade para produzir 50 milhões de litros anualmente. O investimento total é de aproximadamente R$ 227 milhões. "O início da operação nas três unidades está previsto para janeiro de 2008", disse Carvalho.
O suprimento de matéria-prima para a produção de biodiesel será priorizado a partir da agricultura familiar, pelo menos na quantidade necessária para a obtenção do Selo Combustível Social. O Selo, concedido pelo Governo Federal, garante ao produtor de biodiesel direito a benefícios de políticas públicas específicas, voltadas para estimular a inclusão social de agricultores familiares na cadeia produtiva de biodiesel.
ANBA
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