O governador Germano Rigotto visitou, no último sábado (23), a usina de biodiesel da Oleoplan, em Veranópolis, na Região da Serra. A unidade inicia a operação no final de janeiro e será a primeira da Região Sul a produzir biodiesel.
A Oleoplan, tradicional indústria esmagadora/extratora de óleos vegetais (óleo, farelo, farinhas, fibras e lecitina de soja) investiu R$ 21,5 milhões no projeto e terá uma capacidade de produção instalada de 100 milhões de litros/ano. O número de empregados passa de 200 para 362. A Oleoplan já possui o Selo de Combustível Social, certificado indispensável para que a empresa participe de leilões de biodiesel promovidos pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis). Para o governador, além de criação de 162 novos empregos, o investimento significa o avanço tecnológico na geração de novos combustíveis. Rigotto destacou a importância da empresa para a região e, sobretudo, para pequenos agricultores, que poderão produzir não apenas sojas, mas, em pouco tempo, canola, mamona e sementes de girassol. A empresa, lembrou, necessitará de uma grande quantidade de insumos, pois será a segunda no Brasil a produzir 100 milhões de litros de biodiesel por ano. Há muitos anos, a Oleoplan pesquisa o uso de óleo de soja com combustível, tendo projetos de pesquisa em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) e com Fundação de Ciência e Tecnologia (Cientec). Possui acordos com a Emater, Fetag e Embrapa com o objetivo de operacionalizar o plantio de culturas oleaginosas de canola, mamona e girassol em propriedades familiares.
Atualmente, 100% da soja processada é cultivada no Rio Grande do Sul. Durante a visita, o prefeito de Veranópolis, Valdemar De Carli, agradeceu todo o apoio e o empenho do governador para a implelantação do projeto no município. Já o diretor da empresa, Irineu Boff, lembrou que logo no início deste governo foi criado um comitê para estudar novas alternativas de energia para o RS. "Isso foi fundamental para definir o investimento em Veranópolis", comentou. O secretário do Desenvolvimento, Luis Roberto Ponte, observou que essa proliferação de investimentos que vêm sendo anunciados é resultado do clima de acolhimento criado pelo governador e da consciência de que os principais problemas do Estado só são resolvido através da geração de emprego e renda. Acompanharam o governador na visita o vice-presidente da CaixaRS, Rogério Wallau, e o prefeito de Vila Flores e presidente da Associação do Municípios do Nordeste, Gessi Brandalise, além de vários prefeitos da região.
A partir de 2008, será obrigatória a adição de 2% de biocombustível ao óleo diesel, o que amplia o mercado consumidor brasileiro. Em 2007, a mistura de 2% do biodiesel será facultativa.
Biodiesel, considerado como a energia do futuro, é um combustível produzido a partir de fontes naturais e renováveis, como óleos vegetais. É obtido por meio de reação com álcool e catalisadores e pode ser utilizado (puro ou adicionado) em qualquer motor a diesel. O consumo de matérias-primas para o processamento de biodiesel aumenta a produção de oleaginosas, com geração de empregos e renda dos pequenos agricultores. Com informações do Governo do Estado do Rio Grande do Sul.
A Oleoplan, tradicional indústria esmagadora/extratora de óleos vegetais (óleo, farelo, farinhas, fibras e lecitina de soja) investiu R$ 21,5 milhões no projeto e terá uma capacidade de produção instalada de 100 milhões de litros/ano. O número de empregados passa de 200 para 362. A Oleoplan já possui o Selo de Combustível Social, certificado indispensável para que a empresa participe de leilões de biodiesel promovidos pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis). Para o governador, além de criação de 162 novos empregos, o investimento significa o avanço tecnológico na geração de novos combustíveis. Rigotto destacou a importância da empresa para a região e, sobretudo, para pequenos agricultores, que poderão produzir não apenas sojas, mas, em pouco tempo, canola, mamona e sementes de girassol. A empresa, lembrou, necessitará de uma grande quantidade de insumos, pois será a segunda no Brasil a produzir 100 milhões de litros de biodiesel por ano. Há muitos anos, a Oleoplan pesquisa o uso de óleo de soja com combustível, tendo projetos de pesquisa em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) e com Fundação de Ciência e Tecnologia (Cientec). Possui acordos com a Emater, Fetag e Embrapa com o objetivo de operacionalizar o plantio de culturas oleaginosas de canola, mamona e girassol em propriedades familiares.
Atualmente, 100% da soja processada é cultivada no Rio Grande do Sul. Durante a visita, o prefeito de Veranópolis, Valdemar De Carli, agradeceu todo o apoio e o empenho do governador para a implelantação do projeto no município. Já o diretor da empresa, Irineu Boff, lembrou que logo no início deste governo foi criado um comitê para estudar novas alternativas de energia para o RS. "Isso foi fundamental para definir o investimento em Veranópolis", comentou. O secretário do Desenvolvimento, Luis Roberto Ponte, observou que essa proliferação de investimentos que vêm sendo anunciados é resultado do clima de acolhimento criado pelo governador e da consciência de que os principais problemas do Estado só são resolvido através da geração de emprego e renda. Acompanharam o governador na visita o vice-presidente da CaixaRS, Rogério Wallau, e o prefeito de Vila Flores e presidente da Associação do Municípios do Nordeste, Gessi Brandalise, além de vários prefeitos da região.
A partir de 2008, será obrigatória a adição de 2% de biocombustível ao óleo diesel, o que amplia o mercado consumidor brasileiro. Em 2007, a mistura de 2% do biodiesel será facultativa.
Biodiesel, considerado como a energia do futuro, é um combustível produzido a partir de fontes naturais e renováveis, como óleos vegetais. É obtido por meio de reação com álcool e catalisadores e pode ser utilizado (puro ou adicionado) em qualquer motor a diesel. O consumo de matérias-primas para o processamento de biodiesel aumenta a produção de oleaginosas, com geração de empregos e renda dos pequenos agricultores. Com informações do Governo do Estado do Rio Grande do Sul.