Em reunião no Palácio do Planalto, o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), Manoel dos Santos, afirmou que os produtores não podem ser os únicos responsáveis pela garantia de preços acessíveis do biodiesel. Ele lembrou que o biodiesel não pode custar mais caro que diesel convencional, mas que os produtores também não podem receber cada vez menos pelo biodiesel como forma de manter a competitividade do combustível em relação ao diesel. "As empresas afirmam que há um limitador para o preço final", queixou-se ele em reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, empresários e produtores de biodiesel.
O dirigente também cobrou critérios do governo para que uma empresa receba o "selo combustível social" para o biodiesel. Segundo ele, 30 empresas solicitaram o selo ao Ministério do Desenvolvimento Agrário e 29 concessões já foram feitas. "É preciso discutir essa relação. As empresas precisam ter compromisso social com os produtores", afirmou. O presidente da Contag argumentou que nem todas as empresas assumem o compromisso de pagar um preço pré-estabelecido pelo biodiesel. "É preciso ter a responsabilidade social das empresas junto aos produtores", completou. Apesar das críticas, ele considerou o programa desenvolvimento pelo governo Lula como "oportuno".
O dirigente também cobrou critérios do governo para que uma empresa receba o "selo combustível social" para o biodiesel. Segundo ele, 30 empresas solicitaram o selo ao Ministério do Desenvolvimento Agrário e 29 concessões já foram feitas. "É preciso discutir essa relação. As empresas precisam ter compromisso social com os produtores", afirmou. O presidente da Contag argumentou que nem todas as empresas assumem o compromisso de pagar um preço pré-estabelecido pelo biodiesel. "É preciso ter a responsabilidade social das empresas junto aos produtores", completou. Apesar das críticas, ele considerou o programa desenvolvimento pelo governo Lula como "oportuno".