A produção de biodiesel da Indústria Brasileira de Resinas Ltda (IBR), prevista inicialmente para 20 mil metros cúbicos anuais, será ampliada para 100 mil metros cúbicos anuais a partir da parceria recém formada com americana Comanche Energia S/A. Representantes das duas empresas reuniram-se nesta terça-feira (30) com o governador Jaques Wagner e com o secretário do Planejamento, Ronald Lobato, para discutir os detalhes da ampliação.
Para Lobato, o projeto de ampliação é importante, pois se soma à intenção do governo de diversificar operadores e fornecedores e de disseminar o biodiesel junto à agricultura familiar. “As esmagadoras (equipamentos usados para esmagar as oleaginosas) serão instaladas no interior, nos municípios de Jacobina e Ourolândia, o que aumenta o valor agregado junto ao campo, além de que o projeto deve ser inaugurado a curto prazo, com repercussão muito grande na geração de emprego e renda”, observou.
O empreendimento, segundo Lobato, não envolve recursos públicos e a participação do Governo do Estado se dá pela isenção do ICMS. Outro ponto positivo, analisou o secretário, é o envolvimento de várias secretarias, principalmente as de Indústria e Comércio, Agricultura e Desenvolvimento Social. “Esse é o típico projeto de interesse do governo Wagner”, apontou.
O diretor financeiro da Comanche, Ricardo Kume, disse que os investimentos necessários na área industrial para a ampliação da produção são de cerca de R$ 100 milhões. A operação deve iniciar após o leilão da Petrobras, em fevereiro, e a fábrica deve estar em pleno funcionamento até setembro deste ano.
“Estamos também desenvolvendo duas unidades de esmagamento e, junto com elas, cinco mil hectares próprios de plantio e outros cinco mil hectares da agricultura familiar, uma vez que na Bahia, para haver o selo social e a isenção fiscal, é necessário existir essa divisão”, comentou.
Kume disse ainda que a Bahia foi escolhida para o investimento por diversos motivos. “A proximidade com o porto, que facilita a exportação, e com as refinarias e distribuidoras de petróleo, o mercado consumidor de óleo diesel e biodiesel, que aqui representa quase 10% do mercado brasileiro, e também porque a IBR já estava pronta para começar a produção, enquanto outras empresas estavam apenas na fase do projeto”, enumerou.
Para Lobato, o projeto de ampliação é importante, pois se soma à intenção do governo de diversificar operadores e fornecedores e de disseminar o biodiesel junto à agricultura familiar. “As esmagadoras (equipamentos usados para esmagar as oleaginosas) serão instaladas no interior, nos municípios de Jacobina e Ourolândia, o que aumenta o valor agregado junto ao campo, além de que o projeto deve ser inaugurado a curto prazo, com repercussão muito grande na geração de emprego e renda”, observou.
O empreendimento, segundo Lobato, não envolve recursos públicos e a participação do Governo do Estado se dá pela isenção do ICMS. Outro ponto positivo, analisou o secretário, é o envolvimento de várias secretarias, principalmente as de Indústria e Comércio, Agricultura e Desenvolvimento Social. “Esse é o típico projeto de interesse do governo Wagner”, apontou.
O diretor financeiro da Comanche, Ricardo Kume, disse que os investimentos necessários na área industrial para a ampliação da produção são de cerca de R$ 100 milhões. A operação deve iniciar após o leilão da Petrobras, em fevereiro, e a fábrica deve estar em pleno funcionamento até setembro deste ano.
“Estamos também desenvolvendo duas unidades de esmagamento e, junto com elas, cinco mil hectares próprios de plantio e outros cinco mil hectares da agricultura familiar, uma vez que na Bahia, para haver o selo social e a isenção fiscal, é necessário existir essa divisão”, comentou.
Kume disse ainda que a Bahia foi escolhida para o investimento por diversos motivos. “A proximidade com o porto, que facilita a exportação, e com as refinarias e distribuidoras de petróleo, o mercado consumidor de óleo diesel e biodiesel, que aqui representa quase 10% do mercado brasileiro, e também porque a IBR já estava pronta para começar a produção, enquanto outras empresas estavam apenas na fase do projeto”, enumerou.