O diretor financeiro da Petrobras, Almir Barbassa, disse que a empresa não descarta a possibilidade de aumentar os preços dos combustíveis, caso a cotação do barril no mercado internacional fique acima dos US$ 75.
Barbassa acrescentou que a cotação não está estável, justificando que a oscilação se deve a fatores como a crescente demanda nos EUA e conflitos no Oriente Médio. O preço do barril no mercado interno é cotado entre US$ 60 e US$ 70.
Ainda de acordo com o executivo, em um prazo curto as importações de óleo diesel poderão ficar reduzidas, diante do desenvolvimento energético que está acontecendo no País.
"Podemos entender melhor esse modelo, se compararmos a evolução do programa do álcool. Hoje 70% dos veículos que circulam pelo País são flex, uma tecnologia com custo menor e que está sendo vista pelo mundo inteiro. Essa mesma tecnologia está aumentando o interesse de países como o Japão para o biodiesel. Sabemos que na Europa grupos de empresas estão interessadas em produzir no Brasil os produtos básicos do biodiesel, como soja, mamona, entre outros, apenas para exportação", disse.
Segundo a Petrobras, o biodiesel está em fase inicial e a produtividade deverá crescer, representando, assim, um ganho no mercado tão significativo como o do álcool. "Vamos deixar de passear de navio em busca de diesel", acrescentou.
Almir Barbassa participou hoje do 4º Fórum Internacional Brasil, que acontece em São Paulo.
Ivonéte Dainese
Barbassa acrescentou que a cotação não está estável, justificando que a oscilação se deve a fatores como a crescente demanda nos EUA e conflitos no Oriente Médio. O preço do barril no mercado interno é cotado entre US$ 60 e US$ 70.
Ainda de acordo com o executivo, em um prazo curto as importações de óleo diesel poderão ficar reduzidas, diante do desenvolvimento energético que está acontecendo no País.
"Podemos entender melhor esse modelo, se compararmos a evolução do programa do álcool. Hoje 70% dos veículos que circulam pelo País são flex, uma tecnologia com custo menor e que está sendo vista pelo mundo inteiro. Essa mesma tecnologia está aumentando o interesse de países como o Japão para o biodiesel. Sabemos que na Europa grupos de empresas estão interessadas em produzir no Brasil os produtos básicos do biodiesel, como soja, mamona, entre outros, apenas para exportação", disse.
Segundo a Petrobras, o biodiesel está em fase inicial e a produtividade deverá crescer, representando, assim, um ganho no mercado tão significativo como o do álcool. "Vamos deixar de passear de navio em busca de diesel", acrescentou.
Almir Barbassa participou hoje do 4º Fórum Internacional Brasil, que acontece em São Paulo.
Ivonéte Dainese