O governo federal pode antecipar para meados do próximo ano o uso obrigatório de 2% do biodiesel na mistura com o óleo diesel, uma exigência que deveria entrar em vigor a partir de 2008. “A antecipação se deve ao incremento da produção do biodiesel no País”, segundo afirmou nessa terça-feira (12-09), em Goiânia (GO), o diretor-geral da Agência Nacional de Petróleo (ANP), Haroldo Lima, que veio receber o título de cidadão goiano, na Assembléia Legislativa, conforme proposta do deputado Fábio Tokarski, do PC do B.
Antes da solenidade na Assembléia, o presidente da ANP visitou as instalações da usina de biodiesel que a Granol está construindo em Anápolis, numa área de 400 mil metros quadrados. Ele disse ter ficado impressionado com o empreendimento, que deverá estar concluído até a segunda quinzena de outubro. A estimativa é de uma produção de 7,2 milhões de litros de biodiesel, já a partir de novembro.
Matriz
Haroldo Lima disse que o governo está buscando diversificar a matriz energética do País. Para tanto, o governo realizou leilões de compra de 800 milhões de litros de biodiesel para 2006 e 2007. “E Goiás, logicamente, vai se destacar na produção desse combustível. O projeto da Granol, por exemplo, é um dos quatro que estão sendo implantados no País.”
O presidente da ANP enfatizou ainda que a compra do biodiesel, por meio de leilões, é uma iniciativa que o governo tomou para animar os empresários a investirem nessa nova matriz energética. “As expectativas dos projetos nesse sentido são as melhores possíveis para os próximos anos”. Haroldo de Lima, que é baiano e ex-deputado federal, disse que o Brasil faz parte de um núcleo de países que querem reduzir a dependência de combustível como a gasolina.
“Daí os investimentos na produção do álcool e do biodiesel.” Segundo o dirigente da ANP, o Brasil tem as condições necessárias para atender a demanda internacional pelo álcool combustível. Esse mercado vem crescendo nos últimos anos, com o interesse de vários países.
“Acontece que o álcool depende de safra, e esta de chuva, sol e plantio. A preocupação do governo é conciliar a demanda do mercado externo com as exigências do mercado interno. Ou seja, não queremos limitar as exportações. Mas também temos de garantir o abastecimento de álcool para o nosso País”, afirmou.
A ANP, segundo Haroldo de Lima, recebeu orientação do governo para que o preço da gasolina ao consumidor não sofresse influência das oscilações internacionais do petróleo. “A prova disso é que o petróleo oscilou bastante nos últimos meses, mas o preço da gasolina manteve-se estável para o brasileiro.
Antonio Ribeiro dos Santos
Antes da solenidade na Assembléia, o presidente da ANP visitou as instalações da usina de biodiesel que a Granol está construindo em Anápolis, numa área de 400 mil metros quadrados. Ele disse ter ficado impressionado com o empreendimento, que deverá estar concluído até a segunda quinzena de outubro. A estimativa é de uma produção de 7,2 milhões de litros de biodiesel, já a partir de novembro.
Matriz
Haroldo Lima disse que o governo está buscando diversificar a matriz energética do País. Para tanto, o governo realizou leilões de compra de 800 milhões de litros de biodiesel para 2006 e 2007. “E Goiás, logicamente, vai se destacar na produção desse combustível. O projeto da Granol, por exemplo, é um dos quatro que estão sendo implantados no País.”
O presidente da ANP enfatizou ainda que a compra do biodiesel, por meio de leilões, é uma iniciativa que o governo tomou para animar os empresários a investirem nessa nova matriz energética. “As expectativas dos projetos nesse sentido são as melhores possíveis para os próximos anos”. Haroldo de Lima, que é baiano e ex-deputado federal, disse que o Brasil faz parte de um núcleo de países que querem reduzir a dependência de combustível como a gasolina.
“Daí os investimentos na produção do álcool e do biodiesel.” Segundo o dirigente da ANP, o Brasil tem as condições necessárias para atender a demanda internacional pelo álcool combustível. Esse mercado vem crescendo nos últimos anos, com o interesse de vários países.
“Acontece que o álcool depende de safra, e esta de chuva, sol e plantio. A preocupação do governo é conciliar a demanda do mercado externo com as exigências do mercado interno. Ou seja, não queremos limitar as exportações. Mas também temos de garantir o abastecimento de álcool para o nosso País”, afirmou.
A ANP, segundo Haroldo de Lima, recebeu orientação do governo para que o preço da gasolina ao consumidor não sofresse influência das oscilações internacionais do petróleo. “A prova disso é que o petróleo oscilou bastante nos últimos meses, mas o preço da gasolina manteve-se estável para o brasileiro.
Antonio Ribeiro dos Santos