Em visita à Esalq, ontem, o governador maranhense, José Reinaldo Tavares (PSB), disse que quer ampliar a produção de cana e de álcool
O governo do Maranhão quer quintuplicar a capacidade de produção de cana-de-açúcar no Estado com vistas ao crescimento do mercado mundial de etanol. Para isso, a administração pública estadual quer continuar com o apoio técnico do Pólo Nacional de Biocombustíveis, sediado na Esalq (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz), cujos estudos subsidiaram a criação do Programa Etanol do Maranhão, lançado no final de agosto.
Na manhã de ontem o governador maranhense, José Reinaldo Tavares (PSB), visitou a Esalq para conhecer de perto o trabalho realizado pelo pólo e a instituição de ensino. Recebido pelo diretor da escola, José Roberto Postali Parra, e pelo professor Weber Amaral, diretor-executivo do pólo, o governador informou que a parceria começou no início do ano passado.
“Conhecemos o professor Weber e discutimos a ajuda nesses programas que queríamos fazer. Nosso planejamento era incluir o Maranhão na produção de etanol”, disse.
Segundo Tavares, entre os Estados da região Nordeste, o Maranhão é o que mais cresce em produtividade agrícola. “O Maranhão está pronto e recebendo muitos empresários para dar um salto na produção de etanol, se tornando o principal pólo produtivo desse biocombustível na região”. Quando estiver integralmente em funcionamento, pelas contas do governador, o Programa Etanol do Maranhão vai representar 42% do PIB (Produto Interno Bruto) do Estado e gerar até 57 mil empregos diretos no setor sucroalcooleiro, além de 62 mil postos de trabalho indiretos.
De acordo com o estudo coordenado pela Esalq, o potencial de produção no Maranhão –– utilizando apenas a metade do 1,2 milhão de hectares de área identificada como de alta aptidão para a cana –– chegaria a 45 milhões de toneladas de cana por safra. Se a metade dessa matéria-prima for processada para a extração do etanol, a produção atingiria 2 bilhões de litros –– cerca de 13% da produção nacional. Caso toda a área disponível seja plantada com cana e toda essa cana convertida em etanol, conforme o estudo, a capacidade de produção pode chegar a 7 bilhões de litros.
BIODIESEL –– O governo maranhense não quer se tornar pólo produtivo apenas do etanol. A cadeia para outro biocombustível também tem recebido investimentos. A primeira refinaria de biodiesel está sendo construída na capital São Luís.
O governo do Maranhão quer quintuplicar a capacidade de produção de cana-de-açúcar no Estado com vistas ao crescimento do mercado mundial de etanol. Para isso, a administração pública estadual quer continuar com o apoio técnico do Pólo Nacional de Biocombustíveis, sediado na Esalq (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz), cujos estudos subsidiaram a criação do Programa Etanol do Maranhão, lançado no final de agosto.
Na manhã de ontem o governador maranhense, José Reinaldo Tavares (PSB), visitou a Esalq para conhecer de perto o trabalho realizado pelo pólo e a instituição de ensino. Recebido pelo diretor da escola, José Roberto Postali Parra, e pelo professor Weber Amaral, diretor-executivo do pólo, o governador informou que a parceria começou no início do ano passado.
“Conhecemos o professor Weber e discutimos a ajuda nesses programas que queríamos fazer. Nosso planejamento era incluir o Maranhão na produção de etanol”, disse.
Segundo Tavares, entre os Estados da região Nordeste, o Maranhão é o que mais cresce em produtividade agrícola. “O Maranhão está pronto e recebendo muitos empresários para dar um salto na produção de etanol, se tornando o principal pólo produtivo desse biocombustível na região”. Quando estiver integralmente em funcionamento, pelas contas do governador, o Programa Etanol do Maranhão vai representar 42% do PIB (Produto Interno Bruto) do Estado e gerar até 57 mil empregos diretos no setor sucroalcooleiro, além de 62 mil postos de trabalho indiretos.
De acordo com o estudo coordenado pela Esalq, o potencial de produção no Maranhão –– utilizando apenas a metade do 1,2 milhão de hectares de área identificada como de alta aptidão para a cana –– chegaria a 45 milhões de toneladas de cana por safra. Se a metade dessa matéria-prima for processada para a extração do etanol, a produção atingiria 2 bilhões de litros –– cerca de 13% da produção nacional. Caso toda a área disponível seja plantada com cana e toda essa cana convertida em etanol, conforme o estudo, a capacidade de produção pode chegar a 7 bilhões de litros.
BIODIESEL –– O governo maranhense não quer se tornar pólo produtivo apenas do etanol. A cadeia para outro biocombustível também tem recebido investimentos. A primeira refinaria de biodiesel está sendo construída na capital São Luís.