A tecnologia desenvolvida no Brasil para carros com combustível flexível pode estar em breve em um dos ícones do estilo de vida norte-americano. A Magneti Marelli está desenvolvendo um protótipo de motocicleta bicombustível para a Harley-Davidson. A informação foi dada pelo diretor de pesquisa da Magneti Marelli em Sanford (Carolina do Norte), Fernando Damasceno, durante sua apresentação no Gartner Symposium ITXpo, um dos maiores eventos de tecnologia da informação, que se prolonga até sexta-feira, em Orlando.
Damasceno foi convidado pelo Brasil IT, um grupo que representa as empresas brasileiras de tecnologia da informação nos EUA, para explicar o conceito de software sensor de combustível flexível durante o evento. Ele encontrou uma platéia formada, majoritariamente, por pessoas preocupadas com assuntos ambientalistas e energia alternativa, mas também foi ouvido por um pequeno grupo interessado em descobrir mais sobre o mercado brasileiro de tecnologia da informação.
O Brasil IT foi lançado em 2004, com o apoio da Agência de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex). Segundo a coordenadora da unidade de projetos da Apex, Renata Sanches, o grupo já participou de outros cinco eventos internacionais de tecnologia da informação neste ano. "Esse evento é basicamente voltado para promover a imagem do Brasil como exportador de tecnologia", disse. "A idéia é formar uma nova imagem sobre o Brasil."
No ano passado, as empresas representadas pelo Brasil IT selaram cerca de US$ 30 milhões em negócios durante o Gartner Symposium. A meta do grupo é ultrapassar essa marca na edição deste ano. Sanches afirmou que há algumas linhas da tecnologia da informação que estão sendo trabalhadas mais ativamente, como finanças, sistemas bancários, saúde e aplicativos industriais.
Apenas as brasileiras Politec, Stefanini e Actminds estão presentes com estandes individuais no evento, já que o investimento para participar de uma feira como esta é muito elevado. Mas, por meio do Brasil IT, outras companhias participam, como o consorcio PBTech, criado em 2002 e atualmente composto por 11 empresas de tecnologia da informação do Nordeste.
"Se não fosse pelo Brasil IT, teria participado apenas de duas feiras ao longo do ano, mas já estamos na quinta feira", afirmou o presidente da Light Infocon, Alexandre Beltrão Moura.
A próxima participação do Brasil IT será no IT Health Care Summit, um evento especializado em softwares para services médicos, que acontece no começo de novembro, também em Orlando. Para o próximo ano, a Apex deve focar seus esforços em eventos mais específicos. Sanches destacou que o retorno para a imagem do Brasil tem sido extremamente positivo.
"O maior retorno é que os analistas do Gartner têm citado o Brasil em seus relatórios, o que não acontecia há três ou quatro anos atrás", declarou. "Hoje, o analista da Gartner é um grande formador de opinião. Há quatro anos, o Brasil não era citado como opção offshore de tecnologia da informação. E hoje ele aparece nesse ranking", afirmou.
Segundo ela, a maior especialista da atualidade em outsourcing (terceirização), Linda Cohen, projetou o Brasil como a terceira maior opção no mundo nessa área.
A jornalista viajou a convite da Gartner.
Damasceno foi convidado pelo Brasil IT, um grupo que representa as empresas brasileiras de tecnologia da informação nos EUA, para explicar o conceito de software sensor de combustível flexível durante o evento. Ele encontrou uma platéia formada, majoritariamente, por pessoas preocupadas com assuntos ambientalistas e energia alternativa, mas também foi ouvido por um pequeno grupo interessado em descobrir mais sobre o mercado brasileiro de tecnologia da informação.
O Brasil IT foi lançado em 2004, com o apoio da Agência de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex). Segundo a coordenadora da unidade de projetos da Apex, Renata Sanches, o grupo já participou de outros cinco eventos internacionais de tecnologia da informação neste ano. "Esse evento é basicamente voltado para promover a imagem do Brasil como exportador de tecnologia", disse. "A idéia é formar uma nova imagem sobre o Brasil."
No ano passado, as empresas representadas pelo Brasil IT selaram cerca de US$ 30 milhões em negócios durante o Gartner Symposium. A meta do grupo é ultrapassar essa marca na edição deste ano. Sanches afirmou que há algumas linhas da tecnologia da informação que estão sendo trabalhadas mais ativamente, como finanças, sistemas bancários, saúde e aplicativos industriais.
Apenas as brasileiras Politec, Stefanini e Actminds estão presentes com estandes individuais no evento, já que o investimento para participar de uma feira como esta é muito elevado. Mas, por meio do Brasil IT, outras companhias participam, como o consorcio PBTech, criado em 2002 e atualmente composto por 11 empresas de tecnologia da informação do Nordeste.
"Se não fosse pelo Brasil IT, teria participado apenas de duas feiras ao longo do ano, mas já estamos na quinta feira", afirmou o presidente da Light Infocon, Alexandre Beltrão Moura.
A próxima participação do Brasil IT será no IT Health Care Summit, um evento especializado em softwares para services médicos, que acontece no começo de novembro, também em Orlando. Para o próximo ano, a Apex deve focar seus esforços em eventos mais específicos. Sanches destacou que o retorno para a imagem do Brasil tem sido extremamente positivo.
"O maior retorno é que os analistas do Gartner têm citado o Brasil em seus relatórios, o que não acontecia há três ou quatro anos atrás", declarou. "Hoje, o analista da Gartner é um grande formador de opinião. Há quatro anos, o Brasil não era citado como opção offshore de tecnologia da informação. E hoje ele aparece nesse ranking", afirmou.
Segundo ela, a maior especialista da atualidade em outsourcing (terceirização), Linda Cohen, projetou o Brasil como a terceira maior opção no mundo nessa área.
A jornalista viajou a convite da Gartner.