Na próxima sexta-feira (15), acontece a primeira reunião do Selo Combustível Social, no Hotel Mercure, em Brasília. O encontro, organizado pela Secretaria de Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário (SAF/MDA), tem o objetivo de apresentar a metodologia de monitoramento dos critérios do Selo, da formação e consolidação de pólos de produção do biodiesel e das equipes de suporte. Também serão expostos os planos de operacionalização do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) para oleaginosas do Banco do Nordeste do Brasil, do Banco do Brasil e do Banco da Amazônia.
Participarão da reunião empresas que venderam o biocombustível nos leilões da Agência Nacional do Petróleo (ANP), que possuem a concessão do Selo Combustível Social ou seu enquadramento, além de órgãos governamentais, agentes financeiros e representantes da sociedade civil.
Para o coordenador do Programa de Biodiesel da SAF, Arnoldo de Campos, há expectativa sobre o monitoramento do Selo Combustível Social. “Há o interesse não só em monitorar, mas em atuar como facilitador dos arranjos produtivos”, esclarece Campos.
Da agricultura familiar provém a matéria-prima
Hoje existem quatro empresas com concessão de uso do Selo Combustível Social e mais 17 empresas com projetos enquadrados como aptos ao Selo, totalizando 21 empresas. Destas, 17 venderam nos leilões públicos de biodiesel.
Até o momento, cerca de 30 mil agricultores familiares já foram contratados pelas empresas para produzir matérias-primas do processo de fabricação do biodiesel. Com o resultado dos leilões de biodiesel – e considerando-se as aquisições mínimas de matéria-prima da agricultura familiar, as perspectivas de área plantada e de produtividade nas regiões –, estima-se que até o fim de 2007 pelo menos 205 mil agricultores familiares serão contratados.
Para se credenciar a participar dos leilões, as empresas precisam do reconhecimento do MDA de que têm as condições para atender os critérios de inserção socioeconômica da agricultura familiar.
Participarão da reunião empresas que venderam o biocombustível nos leilões da Agência Nacional do Petróleo (ANP), que possuem a concessão do Selo Combustível Social ou seu enquadramento, além de órgãos governamentais, agentes financeiros e representantes da sociedade civil.
Para o coordenador do Programa de Biodiesel da SAF, Arnoldo de Campos, há expectativa sobre o monitoramento do Selo Combustível Social. “Há o interesse não só em monitorar, mas em atuar como facilitador dos arranjos produtivos”, esclarece Campos.
Da agricultura familiar provém a matéria-prima
Hoje existem quatro empresas com concessão de uso do Selo Combustível Social e mais 17 empresas com projetos enquadrados como aptos ao Selo, totalizando 21 empresas. Destas, 17 venderam nos leilões públicos de biodiesel.
Até o momento, cerca de 30 mil agricultores familiares já foram contratados pelas empresas para produzir matérias-primas do processo de fabricação do biodiesel. Com o resultado dos leilões de biodiesel – e considerando-se as aquisições mínimas de matéria-prima da agricultura familiar, as perspectivas de área plantada e de produtividade nas regiões –, estima-se que até o fim de 2007 pelo menos 205 mil agricultores familiares serão contratados.
Para se credenciar a participar dos leilões, as empresas precisam do reconhecimento do MDA de que têm as condições para atender os critérios de inserção socioeconômica da agricultura familiar.