A AleSat, distribuidora de combustíveis fruto da recente união entre a Ale e a Sat, poderá entrar no ramo de produção de biodiesel se o seu Conselho de Administração aprovar investimento no setor.
Pioneira na distribuição do produto, a idéia é fabricar a princípio 50 milhões de litros por ano.
"Além de ser rentável, faz todo o sentido porque somos distribuidores também, faz sentido produzir para distribuir", disse à Reuters o presidente do Conselho de Administração da AleSat, Sérgio Cavalieri.
A previsão é que o projeto seja apresentado aos demais membros do Conselho em 60 dias, já que a prioridade no momento é discutir a entrada da companhia na bolsa de valores.
"A fusão aconteceu em abril mas só em 1o de julho começamos efetivamente a operar juntas, agora queremos mostrar ao mercado que a fusão está funcionando e que além de dobrar de tamanho queremos continuar crescendo", afirmou.
Com a união, a rede AleSat passou a deter 4 por cento de um disputado mercado dominado pelas gigantes BR Distribuidora, da Petrobras, Ipiranga, Shell, Texaco e Esso.
A AleSat pretende vender este ano 2,5 bilhões de litros de combustível, 15 por cento a mais do que em 2005, e faturar 4,3 bilhões de reais, 25 por cento a mais do que há um ano. Com os recursos que serão arrecadados no mercado de capitais, o grupo prevê dobrar de tamanho.
Com 1.100 postos de abastecimento atualmente, a empresa quer chegar aos 2.000 nos próximos três anos, informou Cavalieri, e se apresentar como investimento atraente para o mercado.
"Foram implantados comitês para dar maior transparência da empresa ao mercado, que apesar de ser fechada já tem uma governança corporativa", explicou.
Ele estimou que em dois a três meses a companhia terá condições de lançar ações. "Mas vamos depender também das condições de mercado", ressaltou.
Sobre o projeto de fabricar biodiesel, Cavalireri explicou que ainda está na fase de estudos mas considera um negócio rentável.
"Fizemos um acompanhamento dos postos que estão comprando biodiesel e vemos que aumentou muito o interesse pelo produto, por isso vamos ampliar rapidamente nossa rede de postos e, como percebemos que é um programa irreversível, estudamos também entrar na produção", declarou.
A rede AleSat pretende até o final do ano dobrar os atuais 210 postos que vendem biodiesel para 400.
Segundo Cavalieri, os primeiros números do estudo para produção de biodiesel "são interessantes" e os estados pesquisados para instalação da planta são Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Bahia.
Por Denise Luna
Pioneira na distribuição do produto, a idéia é fabricar a princípio 50 milhões de litros por ano.
"Além de ser rentável, faz todo o sentido porque somos distribuidores também, faz sentido produzir para distribuir", disse à Reuters o presidente do Conselho de Administração da AleSat, Sérgio Cavalieri.
A previsão é que o projeto seja apresentado aos demais membros do Conselho em 60 dias, já que a prioridade no momento é discutir a entrada da companhia na bolsa de valores.
"A fusão aconteceu em abril mas só em 1o de julho começamos efetivamente a operar juntas, agora queremos mostrar ao mercado que a fusão está funcionando e que além de dobrar de tamanho queremos continuar crescendo", afirmou.
Com a união, a rede AleSat passou a deter 4 por cento de um disputado mercado dominado pelas gigantes BR Distribuidora, da Petrobras, Ipiranga, Shell, Texaco e Esso.
A AleSat pretende vender este ano 2,5 bilhões de litros de combustível, 15 por cento a mais do que em 2005, e faturar 4,3 bilhões de reais, 25 por cento a mais do que há um ano. Com os recursos que serão arrecadados no mercado de capitais, o grupo prevê dobrar de tamanho.
Com 1.100 postos de abastecimento atualmente, a empresa quer chegar aos 2.000 nos próximos três anos, informou Cavalieri, e se apresentar como investimento atraente para o mercado.
"Foram implantados comitês para dar maior transparência da empresa ao mercado, que apesar de ser fechada já tem uma governança corporativa", explicou.
Ele estimou que em dois a três meses a companhia terá condições de lançar ações. "Mas vamos depender também das condições de mercado", ressaltou.
Sobre o projeto de fabricar biodiesel, Cavalireri explicou que ainda está na fase de estudos mas considera um negócio rentável.
"Fizemos um acompanhamento dos postos que estão comprando biodiesel e vemos que aumentou muito o interesse pelo produto, por isso vamos ampliar rapidamente nossa rede de postos e, como percebemos que é um programa irreversível, estudamos também entrar na produção", declarou.
A rede AleSat pretende até o final do ano dobrar os atuais 210 postos que vendem biodiesel para 400.
Segundo Cavalieri, os primeiros números do estudo para produção de biodiesel "são interessantes" e os estados pesquisados para instalação da planta são Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Bahia.
Por Denise Luna
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