Organizar as diretrizes da produção de biodiesel na região Sudoeste do estado com a participação dos agricultores familiares. Este foi um dos objetivos da reunião que aconteceu ontem na cidade de Rio Verde (GO). O encontro reuniu representantes do Ministério do Desenvolvimento Agrário, Secretarial de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Federação dos Trabalhadores em Agricultura do Estado de Goiás, Sindicatos Rurais da região, representantes do Banco do Brasil, cooperativas e assentados do Programa Agricultura Familiar. Durante a reunião, foi feita a avaliação da safra 2006/07 e foram discutidos projetos para incrementar a safra 2007/08.
A região Sudoeste tem se destacado na produção de biodiesel, mas de acordo com os técnicos do MDA, entre 60% e 70% do biodiesel produzido ainda vem da soja. A intenção é diversificar a cultura, incentivando o plantio de girassol, mamona e pinhão manso, principalmente por parte das famílias que fazem parte do Programa Agricultura Familiar.
De acordo com o superintendente do Programa de Agricultura Familiar da Seagro, Carlos Eduardo Silva Lima, as famílias assentadas são responsáveis por mais da metade da produção e incentivá-las só garante melhorias. “As famílias se mostram satisfeitas com a forma de negociação desenvolvida na região e estão interessadas. Temos que desenvolver ações para que esse ânimo continue”, conclui.
E se depender de incentivo, a empresa Caramuru, responsável pela produção de biodiesel na região, anunciou investimentos por até cinco anos, para o desenvolvimento da cultura do pinhão manso. Serão produzidos 180 hectares.
Com tanto potencial, o Ministério do Desenvolvimento Agrário propõe a criação de um grupo de trabalho específico para o biodiesel na região Sudoeste de Goiás, o que, para a Seagro, será um avanço. A secretaria ressaltou aos produtores que, a partir de agora, o contrato firmado com as empresas produtoras de biodiesel será feito diretamente com as cooperativas, e não mais individualmente como acontecia antes.
Todas as propostas discutidas farão parte de um relatório que será entregue ao Ministério do Desenvolvimento Agrário na próxima semana.
A região Sudoeste tem se destacado na produção de biodiesel, mas de acordo com os técnicos do MDA, entre 60% e 70% do biodiesel produzido ainda vem da soja. A intenção é diversificar a cultura, incentivando o plantio de girassol, mamona e pinhão manso, principalmente por parte das famílias que fazem parte do Programa Agricultura Familiar.
De acordo com o superintendente do Programa de Agricultura Familiar da Seagro, Carlos Eduardo Silva Lima, as famílias assentadas são responsáveis por mais da metade da produção e incentivá-las só garante melhorias. “As famílias se mostram satisfeitas com a forma de negociação desenvolvida na região e estão interessadas. Temos que desenvolver ações para que esse ânimo continue”, conclui.
E se depender de incentivo, a empresa Caramuru, responsável pela produção de biodiesel na região, anunciou investimentos por até cinco anos, para o desenvolvimento da cultura do pinhão manso. Serão produzidos 180 hectares.
Com tanto potencial, o Ministério do Desenvolvimento Agrário propõe a criação de um grupo de trabalho específico para o biodiesel na região Sudoeste de Goiás, o que, para a Seagro, será um avanço. A secretaria ressaltou aos produtores que, a partir de agora, o contrato firmado com as empresas produtoras de biodiesel será feito diretamente com as cooperativas, e não mais individualmente como acontecia antes.
Todas as propostas discutidas farão parte de um relatório que será entregue ao Ministério do Desenvolvimento Agrário na próxima semana.