O presidente da Biocapital, Roberto Engels, se diz confiante “no futuro promissor que o Programa Nacional de Biodiesel irá proporcionar ao Brasil”. Trata-se de uma opinião reforçada pela postura adotada pelo governo federal, próximo ao período eleitoral. No último dia 29 de agosto, o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Luiz Carlos Guedes, afirmou ao Jornal de Piracicaba, que o Brasil pode ter antecipadas as metas de adição de biodiesel ao diesel.
A previsão inicial para o mix é de 2% em 2008 e 5% em 2013. Guedes não revelou em quanto tempo e em quais percentuais as metas seriam alteradas. O coordenador do Pólo Nacional de Biocombustíveis, Weber Antônio Neves do Amaral, afirma que o novo cenário pode se tornar “um desafio para os empresários do setor”.
Segundo o ministro, a iniciativa de antecipar a mistura é do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Ele (Lula) está pensando em antecipar as metas do programa de biodiesel brasileiro. Há um grande interesse, há muitas empresas se instalando e, ainda, há a novidade da Petrobras, com o H-Bio, que faz a mistura diretamente na refinaria”, afirmou.
Amaral, do Pólo, advertiu que a antecipação e o cumprimento das metas dependem de outros “atores”, sendo os empresários os principais. Para Guedes, a antecipação das metas para o biodiesel também depende de fatores locais e internacionais.
Para o coordenador do Pólo, os problemas com a logística também dependerão da distribuição das plantas industriais de produção de biodiesel brasileiras.
Cristiane Bonin Barcella
A previsão inicial para o mix é de 2% em 2008 e 5% em 2013. Guedes não revelou em quanto tempo e em quais percentuais as metas seriam alteradas. O coordenador do Pólo Nacional de Biocombustíveis, Weber Antônio Neves do Amaral, afirma que o novo cenário pode se tornar “um desafio para os empresários do setor”.
Segundo o ministro, a iniciativa de antecipar a mistura é do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Ele (Lula) está pensando em antecipar as metas do programa de biodiesel brasileiro. Há um grande interesse, há muitas empresas se instalando e, ainda, há a novidade da Petrobras, com o H-Bio, que faz a mistura diretamente na refinaria”, afirmou.
Amaral, do Pólo, advertiu que a antecipação e o cumprimento das metas dependem de outros “atores”, sendo os empresários os principais. Para Guedes, a antecipação das metas para o biodiesel também depende de fatores locais e internacionais.
Para o coordenador do Pólo, os problemas com a logística também dependerão da distribuição das plantas industriais de produção de biodiesel brasileiras.
Cristiane Bonin Barcella