O biodiesel produzido no Agreste e no Sertão de Pernambuco poderá ser comercializado no mercado europeu como resultado de uma parceria entre a empresa petrolífera portuguesa Galp e o Governo do Estado. O acerto foi feito entre executivos do grupo europeu e o governador Eduardo Campos, durante audiência, ontem, no Palácio do Campo das Princesas.
O governador recebeu o integrante do conselho de administração e encarregado dos negócios externos da Galp, Fernando Gomes, e o diretor da empresa para o Brasil, Ricardo Peixoto. O secretário de Desenvolvimento Econômico, Fernando Bezerra Coelho, participou da audiência, que durou duas horas. Na conversa, os executivos detalharam a crescente necessidade do mercado europeu de combustíveis não poluentes, como o álcool e o biodiesel.
“Há, inclusive, uma imposição legal em Portugal para que seja acrescentado um percentual de 5,7% de biodiesel ao combustível distribuído no País”, explicou Fernando Gomes. Segundo ele, como em Portugal não existem terras adequadas ao cultivo das lavouras que produzem óleo, as importações são inevitáveis.
Eduardo Campos ressaltou que as compras feitas pelo mercado português podem significar a redenção econômica de vastas regiões do Semi-Árido pernambucano, principalmente das pequenas propriedades e dos assentamentos de reforma agrária. “Nós temos as terras e o clima. A população sabe cultivar mamona e pinhão roxo e a tecnologia está disponível. Havendo mercado consumidor, a tendência é aumentar rapidamente a produção”, disse o governador.
Técnicos do Governo do Estado e da Galp - que no Brasil atua sob a marca Petrogal - vão detalhar os próximos passos do acordo em um memorando de entendimento que será elaborado, conjuntamente, nos próximos dias.
O governador recebeu o integrante do conselho de administração e encarregado dos negócios externos da Galp, Fernando Gomes, e o diretor da empresa para o Brasil, Ricardo Peixoto. O secretário de Desenvolvimento Econômico, Fernando Bezerra Coelho, participou da audiência, que durou duas horas. Na conversa, os executivos detalharam a crescente necessidade do mercado europeu de combustíveis não poluentes, como o álcool e o biodiesel.
“Há, inclusive, uma imposição legal em Portugal para que seja acrescentado um percentual de 5,7% de biodiesel ao combustível distribuído no País”, explicou Fernando Gomes. Segundo ele, como em Portugal não existem terras adequadas ao cultivo das lavouras que produzem óleo, as importações são inevitáveis.
Eduardo Campos ressaltou que as compras feitas pelo mercado português podem significar a redenção econômica de vastas regiões do Semi-Árido pernambucano, principalmente das pequenas propriedades e dos assentamentos de reforma agrária. “Nós temos as terras e o clima. A população sabe cultivar mamona e pinhão roxo e a tecnologia está disponível. Havendo mercado consumidor, a tendência é aumentar rapidamente a produção”, disse o governador.
Técnicos do Governo do Estado e da Galp - que no Brasil atua sob a marca Petrogal - vão detalhar os próximos passos do acordo em um memorando de entendimento que será elaborado, conjuntamente, nos próximos dias.