A Agência Nacional do Petróleo publicou a nova especificação do
biodiesel revogando a resolução número 42, de novembro de 2004, que tratava
exatamente da qualidade do biodiesel.
Veja também:
Conheça os detalhes da nova especificação e as principais mudanças
A Agência Nacional do Petróleo publicou a nova especificação do biodiesel revogando a resolução número 42, de novembro de 2004, que tratava
exatamente da qualidade do biodiesel.
A Agência Nacional do Petróleo – ANP revogou a resolução número 42, de novembro de 2004, que tratava da especificação do biodiesel.
A nova especificação foi publicada hoje e as usinas terão que se adequar as novas determinações de qualidade até o dia 30 de junho, dia anterior ao início da mistura de 3% de biodiesel em todo o território nacional.
O novo padrão é fruto de uma longa discussão entre pesquisadores, usinas, representantes de distribuidoras, indústria automobilística e entidades da Europa e dos EUA.
O índice de iodo que era um dos itens polêmicos aparece nesta nova especificação como "anotar", ou seja, o valor não foi definido.
A especificação publicada hoje aproxima-se das especificações internacionais e é mais rígida que a anterior (ANP 42). No entanto ainda com flexibilidade para a produção de biodiesel com as diferentes oleaginosas brasileiras.
Redação BiodieselBR.com
A Agência Nacional do Petróleo – ANP revogou a resolução número 42, de novembro de 2004, que tratava da especificação do biodiesel.
A nova especificação foi publicada hoje e as usinas terão que se adequar as novas determinações de qualidade até o dia 30 de junho, dia anterior ao início da mistura de 3% de biodiesel em todo o território nacional.
O novo padrão é fruto de uma longa discussão entre pesquisadores, usinas, representantes de distribuidoras, indústria automobilística e entidades da Europa e dos EUA.
Conheça os detalhes da nova especificação e as principais mudanças
O índice de iodo que era um dos itens polêmicos aparece nesta nova especificação como "anotar", ou seja, o valor não foi definido.
A especificação publicada hoje aproxima-se das especificações internacionais e é mais rígida que a anterior (ANP 42). No entanto ainda com flexibilidade para a produção de biodiesel com as diferentes oleaginosas brasileiras.
Redação BiodieselBR.com
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