O governo federal estuda alterar uma legislação antiga, de 1968, que limita o uso de diesel a veículos com capacidade de carga acima de uma tonelada ou veículos para 15 passageiros ou mais. "O teste da Peugeot Citroën representa uma validação do Programa Biodiesel Brasil, o que nos leva a antecipar as metas de aumento da mistura de biodiesel no diesel de petróleo e a rever restrições do passado", disse Rodrigo Augusto Rodrigues, coordenador da Comissão Executiva Interministerial do Biodiesel.
Rodrigues, que também é subchefe de Análise e Acompanhamento de Políticas Governamentais da Casa Civil, esteve na sexta-feira em Ribeirão Preto e acompanhou o resultado da primeira fase de testes de uso do biodiesel misturado ao diesel de petróleo para uso em carros de passeio, realizado em automóveis da PSA Peugeot Citroën.
Segundo ele, o Brasil de hoje - auto-suficiente em petróleo, grande produtor de álcool e com tecnologia avançada para a produção de biodiesel - é bastante diferente do que na década de 1960, quando a dependência de petróleo do País passava dos 70%. Assim, de acordo com Rodrigues, "podemos rever políticas do passado".
Perguntado sobre quanto tempo o Brasil poderia liberar o diesel para carros de passeio, Rodrigues respondeu que "não dá para dizer que é daqui a três, cinco ou dez anos. Mas será num futuro cada vez mais próximo. Tudo dependerá do avanço da produção de biodiesel no Brasil". Possivelmente, a liberação do diesel comece para veículos comerciais de pequeno porte.
Segundo os últimos dados da Agência Nacional de Petróleo (ANP), havia no Brasil, no final de 2005, oito unidades produtoras de biodiesel autorizadas pela agência, com capacidade para produzir 85,3 milhões de litros por ano. No entanto, em 2005, a produção não chegou a 1 milhão de litros.
"Queremos trabalhar com B-30 na França", disse o presidente da montadora para a América Latina, Pierre-Michel Fauconnier. Ele informou que a legislação européia prevê uma mistura de 5,75% de biodiesel no diesel para 2010. "A França quer antecipar esta meta para 2008 e temos potencial de produção na Europa", afirmou Fauconnier.
Segundo Fauconnier, a PSA Peugeot Citroën é uma das líderes mundiais no uso de biodiesel. Ele afirmou que, desde 1998, mais de 800 veículos do grupo rodaram um total superior a 14 milhões de quilômetros com B-30 de canola. "Não houve incidente algum. A única necessidade é a observação da qualidade do combustível", ressaltou.
Rodrigues, que também é subchefe de Análise e Acompanhamento de Políticas Governamentais da Casa Civil, esteve na sexta-feira em Ribeirão Preto e acompanhou o resultado da primeira fase de testes de uso do biodiesel misturado ao diesel de petróleo para uso em carros de passeio, realizado em automóveis da PSA Peugeot Citroën.
Segundo ele, o Brasil de hoje - auto-suficiente em petróleo, grande produtor de álcool e com tecnologia avançada para a produção de biodiesel - é bastante diferente do que na década de 1960, quando a dependência de petróleo do País passava dos 70%. Assim, de acordo com Rodrigues, "podemos rever políticas do passado".
Perguntado sobre quanto tempo o Brasil poderia liberar o diesel para carros de passeio, Rodrigues respondeu que "não dá para dizer que é daqui a três, cinco ou dez anos. Mas será num futuro cada vez mais próximo. Tudo dependerá do avanço da produção de biodiesel no Brasil". Possivelmente, a liberação do diesel comece para veículos comerciais de pequeno porte.
Segundo os últimos dados da Agência Nacional de Petróleo (ANP), havia no Brasil, no final de 2005, oito unidades produtoras de biodiesel autorizadas pela agência, com capacidade para produzir 85,3 milhões de litros por ano. No entanto, em 2005, a produção não chegou a 1 milhão de litros.
"Queremos trabalhar com B-30 na França", disse o presidente da montadora para a América Latina, Pierre-Michel Fauconnier. Ele informou que a legislação européia prevê uma mistura de 5,75% de biodiesel no diesel para 2010. "A França quer antecipar esta meta para 2008 e temos potencial de produção na Europa", afirmou Fauconnier.
Segundo Fauconnier, a PSA Peugeot Citroën é uma das líderes mundiais no uso de biodiesel. Ele afirmou que, desde 1998, mais de 800 veículos do grupo rodaram um total superior a 14 milhões de quilômetros com B-30 de canola. "Não houve incidente algum. A única necessidade é a observação da qualidade do combustível", ressaltou.