A Fertibom Indústrias, de Catanduva (SP), implantou uma planta piloto para a produção de biodiesel com diferentes tipos de matéria-prima, incluindo o sebo animal e 20 tipos de oleaginosas.
O projeto foi implantado com apoio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), órgão do governo vinculada ao Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT), em parceria com a escola de química da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Segundo nota da Finep, o projeto tem capacidade para produzir 12 milhões de litros por ano e servirá como modelo para a construção de unidades produtivas com capacidade para até 30 milhões de litros por ano.
A nova unidade vai utilizar diferentes tipos de matéria-prima como amendoim, soja, girassol, algodão, nabo forrageiro e pinhão manso."A idéia é obter um produto que possa atender interesses de produtores em diferentes regiões do país, o que ajudaria também a minimizar o risco da sazonalidade agrícola", ressalta Carolina Mello, analista da Finep responsável pelo projeto.
Outro aspecto importante, segundo ela, é o uso do álcool etílico para a fabricação do biodiesel, que permite aproveitar a vantagem comparativa que o Brasil possui graças à cana-de-açúcar. A Fertibom já atua no mercado de fertilizantes líquidos desde 1994 e o projeto visa a ingressar no segmento de biodiesel.
Em outubro de 2005, a empresa recebeu autorização da Agência Nacional de Petróleo (ANP) para a comercialização do produto, vendido com a marca Biomax. "Com o desenvolvimento desta planta piloto será possível crescer em um setor muito promissor no País. Esperamos duplicar nosso faturamento já no primeiro ano", afirma Geraldo Martins, diretor geral da empresa.
Por Alaor Barbosa
O projeto foi implantado com apoio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), órgão do governo vinculada ao Ministério de Ciência e Tecnologia (MCT), em parceria com a escola de química da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Segundo nota da Finep, o projeto tem capacidade para produzir 12 milhões de litros por ano e servirá como modelo para a construção de unidades produtivas com capacidade para até 30 milhões de litros por ano.
A nova unidade vai utilizar diferentes tipos de matéria-prima como amendoim, soja, girassol, algodão, nabo forrageiro e pinhão manso."A idéia é obter um produto que possa atender interesses de produtores em diferentes regiões do país, o que ajudaria também a minimizar o risco da sazonalidade agrícola", ressalta Carolina Mello, analista da Finep responsável pelo projeto.
Outro aspecto importante, segundo ela, é o uso do álcool etílico para a fabricação do biodiesel, que permite aproveitar a vantagem comparativa que o Brasil possui graças à cana-de-açúcar. A Fertibom já atua no mercado de fertilizantes líquidos desde 1994 e o projeto visa a ingressar no segmento de biodiesel.
Em outubro de 2005, a empresa recebeu autorização da Agência Nacional de Petróleo (ANP) para a comercialização do produto, vendido com a marca Biomax. "Com o desenvolvimento desta planta piloto será possível crescer em um setor muito promissor no País. Esperamos duplicar nosso faturamento já no primeiro ano", afirma Geraldo Martins, diretor geral da empresa.
Por Alaor Barbosa