Sete especialistas de cinco países estiveram ontem em Piracicaba para conhecer o know-how da região na produção de biocombustíveis. Eles participaram, esta semana, da elaboração da Proposta de São Paulo, um documento por meio do qual pretende-se encontrar uma fórmula para que o Protocolo de Kyoto atinja os resultados esperados. Pela manhã, o grupo visitou a Esalq (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz); à tarde esteve na Usina Iracema, em Iracemápolis.
Uma das principais alterações indicadas pelo documento é a introdução de metas para os países em desenvolvimento, como o Brasil, Índia e China considerados grandes emissores mundiais. Outra e a possibilidade de sanções econômicas a países que não assinarem o protocolo, como os Estados Unidos.
Atualmente, os países em desenvolvimento não têm metas de redução de gases, por isso os Estados Unidos, maior emissor de poluentes do mundo, se negam a aderir ao protocolo.
A versão atual do protocolo prevê que até 2012 os países desenvolvidos teriam de reduzir em 5% (em relação aos índices de 1990) as emissões de gases do efeito estufa. A Proposta de São Paulo entraria em vigor a partir de 2013. As metas para os países em desenvolvimento seriam estabelecidas por meio de uma fórmula que leva em conta o PIB (Produto Interno Bruto) e emissões per capta. O mercado de crédito de carbonos (possibilidade de os países ricos remunerarem os mais pobres por reduções) continuaria existindo.
ESALQ – Os especialistas –– vindos da Índia, Paquistão, França Estados Unidose África do Sul –– foram recepcionados pelo diretor em exercício da Esalq, Raul Machado. “Eles estão preocupados com mudanças climáticas e com a sustentabilidade. A Esalq promove diversas iniciativas nesse sentido, sendo a principal delas o Pólo Nacional de Biocombustíveis”. O representante norte-americano do World Resources Institute (WRI) Rob Bradley, um dos estrangeiros que visitou a Esalq (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz) ontem, classificou Piracicaba como o “epicentro” da produção de energia renovável. “No momento (os Estados Unidos) utiliza o milho e não é muito eficiente. Mas existe um grande interesse em produzir álcool com a cana-de-açúcar”.
Uma das principais alterações indicadas pelo documento é a introdução de metas para os países em desenvolvimento, como o Brasil, Índia e China considerados grandes emissores mundiais. Outra e a possibilidade de sanções econômicas a países que não assinarem o protocolo, como os Estados Unidos.
Atualmente, os países em desenvolvimento não têm metas de redução de gases, por isso os Estados Unidos, maior emissor de poluentes do mundo, se negam a aderir ao protocolo.
A versão atual do protocolo prevê que até 2012 os países desenvolvidos teriam de reduzir em 5% (em relação aos índices de 1990) as emissões de gases do efeito estufa. A Proposta de São Paulo entraria em vigor a partir de 2013. As metas para os países em desenvolvimento seriam estabelecidas por meio de uma fórmula que leva em conta o PIB (Produto Interno Bruto) e emissões per capta. O mercado de crédito de carbonos (possibilidade de os países ricos remunerarem os mais pobres por reduções) continuaria existindo.
ESALQ – Os especialistas –– vindos da Índia, Paquistão, França Estados Unidose África do Sul –– foram recepcionados pelo diretor em exercício da Esalq, Raul Machado. “Eles estão preocupados com mudanças climáticas e com a sustentabilidade. A Esalq promove diversas iniciativas nesse sentido, sendo a principal delas o Pólo Nacional de Biocombustíveis”. O representante norte-americano do World Resources Institute (WRI) Rob Bradley, um dos estrangeiros que visitou a Esalq (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz) ontem, classificou Piracicaba como o “epicentro” da produção de energia renovável. “No momento (os Estados Unidos) utiliza o milho e não é muito eficiente. Mas existe um grande interesse em produzir álcool com a cana-de-açúcar”.