O Grupo Marchiori doou uma usina piloto de biodiesel com capacidade de produção diária de 200 litros à Esalq (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz). A doação, estimada em R$ 120 mil, será oficializada hoje, dia 11, no gabinete da diretoria. Ontem, representantes do grupo piracicabano que está se lançando no mercado de biodiesel estiveram reunidos na escola com investidores em potencial e usineiros, para a venda de plantas de biodiesel, para debate o uso, produção e comercialização do combustível e divulgar a montagem na cidade de uma usina de grande porte, que produzirá 100 mil litros de biodiesel por dia e custará R$ 30 milhões.
A planta doada será instalada no departamento de agroindústria, alimentos e nutrição (LAN) e o gerenciamento das atividades será feito pela professora Marisa Aparecida Bismara Regitano d’Arce. A intermediação da doação foi feita pela escola através do Pólo Nacional de Biocombustíveis, num objetivo de iniciar pesquisas sobre o combustível. A previsão de funcionamento dos equipamentos é para o mês de março.
De acordo com o coordenador do pólo, Weber Antonio Neves do Amaral, o planta piloto trará inovações tecnológicas. “Vamos melhorar a performance do trabalho que o próprio grupo já fez, testando a matéria-prima para produção do biodiesel e a utilização de catalisadores, entre outros, Os resultados vão ser compartilhados entre o pólo e o grupo.”
Para Amaral, a iniciativa “é necessária pelo salto da escala de laboratório para a piloto e, por fim, para a escala comercial”. “O polo é fomentador do desenvolvimento tecnológico, da inovação. As pequenas e médias empresas de Piracicaba precisam de inovação tecnológica para serem competitivos no mercado”, afirma.
Para entrar nesse filão do mercado de biocombustíveis, o presidente do grupo, Antonio Martinho Marchiori, é o idealizador da planta comercial que estará pronta num prazo de 12 a 18 meses, informou o diretor comercial da empresa, Rubens Tadeu Sampaio.
“Nós temos conhecimento para desenvolver e patentear um reator de biodiesel. Há empresas grandes trabalhando nesse sentido. Só que o grupo conseguiu desenvolver uma tecnologia 100% nacional e piracicabana. Até agora, a Alemanha e a Europa fabricavam esse tipo de maquinário”, informa.
Ele diz que a produção da usina está praticamente vendida. “Temos grandes consumidores, como a Petrobras. Mas essa indústria está sendo criada em função de um grande grupo que consome diariamente 400 mil litros de óleo diesel, e pode precisar de 100 a 130 mil litros de biodiesel/dia”, informa.
A planta doada será instalada no departamento de agroindústria, alimentos e nutrição (LAN) e o gerenciamento das atividades será feito pela professora Marisa Aparecida Bismara Regitano d’Arce. A intermediação da doação foi feita pela escola através do Pólo Nacional de Biocombustíveis, num objetivo de iniciar pesquisas sobre o combustível. A previsão de funcionamento dos equipamentos é para o mês de março.
De acordo com o coordenador do pólo, Weber Antonio Neves do Amaral, o planta piloto trará inovações tecnológicas. “Vamos melhorar a performance do trabalho que o próprio grupo já fez, testando a matéria-prima para produção do biodiesel e a utilização de catalisadores, entre outros, Os resultados vão ser compartilhados entre o pólo e o grupo.”
Para Amaral, a iniciativa “é necessária pelo salto da escala de laboratório para a piloto e, por fim, para a escala comercial”. “O polo é fomentador do desenvolvimento tecnológico, da inovação. As pequenas e médias empresas de Piracicaba precisam de inovação tecnológica para serem competitivos no mercado”, afirma.
Para entrar nesse filão do mercado de biocombustíveis, o presidente do grupo, Antonio Martinho Marchiori, é o idealizador da planta comercial que estará pronta num prazo de 12 a 18 meses, informou o diretor comercial da empresa, Rubens Tadeu Sampaio.
“Nós temos conhecimento para desenvolver e patentear um reator de biodiesel. Há empresas grandes trabalhando nesse sentido. Só que o grupo conseguiu desenvolver uma tecnologia 100% nacional e piracicabana. Até agora, a Alemanha e a Europa fabricavam esse tipo de maquinário”, informa.
Ele diz que a produção da usina está praticamente vendida. “Temos grandes consumidores, como a Petrobras. Mas essa indústria está sendo criada em função de um grande grupo que consome diariamente 400 mil litros de óleo diesel, e pode precisar de 100 a 130 mil litros de biodiesel/dia”, informa.