A União Europeia provavelmente não alcançará a meta, fixada para 2010, de aumentar a utilização de combustíveis alternativos por parte dos seus Estados-membros, afirmou hoje Hans van Steen, responsável do departamento de energia renovável da Direcção-geral de Energia e Transporte da Comissão Europeia.
A União Europeia provavelmente não alcançará a meta, fixada para 2010, de aumentar a utilização de combustíveis alternativos por parte dos seus Estados-membros, afirmou hoje Hans van Steen, responsável do departamento de energia renovável da Direcção-geral de Energia e Transporte da Comissão Europeia.
Caso tal venha a concretizar-se, essa será a segunda vez que a UE fracassará em atingir o seu objectivo nos últimos cinco anos, relembrou o mesmo responsável, durante a Conferência Mundial do Etanol, organizada pela F.O. Licht em Amesterdão.
A União Europeia pretende que os biocombustíveis correspondam a 5,75%, em média, dos combustíveis utilizados pelos veículos automóveis na região em 2010.
Para 2005, a meta estabelecida foi de 2% sobre o mesmo universo, mas os Estados-membros só conseguiram alcançar a média de 1% de utilização dos biocombustíveis, afirmou Hans van Steen.
"Não podemos contar com o facto de os países-membros [da UE] chegarem aonde querem chegar [em termos de utilização] baseados no seu desempenho prévio", afirmou o responsável da Comissão Europeia. A meta de 2% só foi alcançada até hoje pela Suécia e pela Alemanha.
Estima-se que a produção europeia de biodiesel – fabricado a partir de milho, soja ou colza – quase quadruplique para 12 milhões de toneladas até 2010, impulsionada por um investimento de perto de três mil milhões de euros, segundo as estimativas do grupo Goldman Sachs. Em Portugal, a Iberol está já a planear a sua terceira fábrica de biodiesel, tendo já a concorrência da Torrejana. A Martifer está a prepara um terceiro investimento a Norte de Portugal.
A UE, explicou hoje Hans van Steen, pretende que seja utilizada uma menor quantidade de combustível proveniente de origem fóssil, para melhorar o nível de independência e segurança energética, limitar as emissões dos gases geradores do efeito de estufa e apoiar os agricultores da região. Metade de todos os carros novos que são comercializados na Europa são movidos por subprodutos de petróleos e mais de metade das emissões de gases causadores do efeito estufa é proveniente dos meios de transporte "convencionais".
A União Europeia provavelmente não alcançará a meta, fixada para 2010, de aumentar a utilização de combustíveis alternativos por parte dos seus Estados-membros, afirmou hoje Hans van Steen, responsável do departamento de energia renovável da Direcção-geral de Energia e Transporte da Comissão Europeia.
Caso tal venha a concretizar-se, essa será a segunda vez que a UE fracassará em atingir o seu objectivo nos últimos cinco anos, relembrou o mesmo responsável, durante a Conferência Mundial do Etanol, organizada pela F.O. Licht em Amesterdão.
A União Europeia pretende que os biocombustíveis correspondam a 5,75%, em média, dos combustíveis utilizados pelos veículos automóveis na região em 2010.
Para 2005, a meta estabelecida foi de 2% sobre o mesmo universo, mas os Estados-membros só conseguiram alcançar a média de 1% de utilização dos biocombustíveis, afirmou Hans van Steen.
"Não podemos contar com o facto de os países-membros [da UE] chegarem aonde querem chegar [em termos de utilização] baseados no seu desempenho prévio", afirmou o responsável da Comissão Europeia. A meta de 2% só foi alcançada até hoje pela Suécia e pela Alemanha.
Estima-se que a produção europeia de biodiesel – fabricado a partir de milho, soja ou colza – quase quadruplique para 12 milhões de toneladas até 2010, impulsionada por um investimento de perto de três mil milhões de euros, segundo as estimativas do grupo Goldman Sachs. Em Portugal, a Iberol está já a planear a sua terceira fábrica de biodiesel, tendo já a concorrência da Torrejana. A Martifer está a prepara um terceiro investimento a Norte de Portugal.
A UE, explicou hoje Hans van Steen, pretende que seja utilizada uma menor quantidade de combustível proveniente de origem fóssil, para melhorar o nível de independência e segurança energética, limitar as emissões dos gases geradores do efeito de estufa e apoiar os agricultores da região. Metade de todos os carros novos que são comercializados na Europa são movidos por subprodutos de petróleos e mais de metade das emissões de gases causadores do efeito estufa é proveniente dos meios de transporte "convencionais".