A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) investe numa pesquisa para produzir eletricidade a partir do biodiesel. Técnicos da companhia acreditam que esta poderá ser uma alternativa para a geração de energia descentralizada e renovável em comunidades carentes e isoladas.
Os testes serão feitos prioritariamente com biodiesel produzido a partir de oleaginosas comuns no Estado, como pinhão manso e mamona. Mas serão testadas também outras três opções: soja, girassol e nabo forrageiro. A unidade-piloto de produção de biodiesel terá capacidade para 3 mil litros por dia. A produção inicial será de 1 mil litros por dia.
A geração de eletricidade será feita através de microturbinas e moters estacionários de combustão interna. Testes laboratoriais vão demonstrar qual é a capacidade de geração energética a partir do biodiesel, tendo como parâmetros o rendimento, o custo e a disponibilidade da matéria-prima.
Até o fim do ano, a Cemig deverá concluir as análises das oleaginosas, a montagem do laboratório de certificação e da unidade-piloto de produção de biodiesel. A partir de 2007, os técnicos envolvidos no projeto vão trabalhar nas análises da geração energética e nas correções do processo que se fizerem necessárias.
Segundo o superintendente de tecnologia e alternativas energéticas, José Henrique Diniz, a idéia é transferir a tecnologia para setores produtivos interessados. A propriedade sobre as tecnologias será dividida na proporção de 66,6% para a Cemig e 33,3% para o CETEC, um centro de tecnologia parceiro da estatal no projeto.
Diniz afirmou que a geração energética a partir do biodiesel, na medida em que contribui para a universalização do acesso à energia, criação de emprego e renda, poderá ser um importante instrumento de desenvolvimento para regiões remotas.
Em paralelo ao desenvolvimento da pesquisa, a superintendência já trabalha num projeto para geração de 100 quilowatts de energia numa localidade remota, a partir da geração de biodiesel em pequena escala. Diniz não informou o nome da localidade. Esta etapa depende ainda de aprovação da direção para ser colocada em prática.
Os testes serão feitos prioritariamente com biodiesel produzido a partir de oleaginosas comuns no Estado, como pinhão manso e mamona. Mas serão testadas também outras três opções: soja, girassol e nabo forrageiro. A unidade-piloto de produção de biodiesel terá capacidade para 3 mil litros por dia. A produção inicial será de 1 mil litros por dia.
A geração de eletricidade será feita através de microturbinas e moters estacionários de combustão interna. Testes laboratoriais vão demonstrar qual é a capacidade de geração energética a partir do biodiesel, tendo como parâmetros o rendimento, o custo e a disponibilidade da matéria-prima.
Até o fim do ano, a Cemig deverá concluir as análises das oleaginosas, a montagem do laboratório de certificação e da unidade-piloto de produção de biodiesel. A partir de 2007, os técnicos envolvidos no projeto vão trabalhar nas análises da geração energética e nas correções do processo que se fizerem necessárias.
Segundo o superintendente de tecnologia e alternativas energéticas, José Henrique Diniz, a idéia é transferir a tecnologia para setores produtivos interessados. A propriedade sobre as tecnologias será dividida na proporção de 66,6% para a Cemig e 33,3% para o CETEC, um centro de tecnologia parceiro da estatal no projeto.
Diniz afirmou que a geração energética a partir do biodiesel, na medida em que contribui para a universalização do acesso à energia, criação de emprego e renda, poderá ser um importante instrumento de desenvolvimento para regiões remotas.
Em paralelo ao desenvolvimento da pesquisa, a superintendência já trabalha num projeto para geração de 100 quilowatts de energia numa localidade remota, a partir da geração de biodiesel em pequena escala. Diniz não informou o nome da localidade. Esta etapa depende ainda de aprovação da direção para ser colocada em prática.