Com três décadas de experiência na produção de álcool combustível, o Brasil é um grande usuário e o maior exportador mundial de etanol. Agora, o País está investindo para se tornar também um produtor e consumidor de biodiesel e assim atender à demanda por energias renováveis e limpas de nosso planeta.
O Programa Brasileiro de Agricultura Energética é o maior projeto energético do País e tem o objetivo de aumentar a participação do Brasil na produção e exportação de biocombustíveis. O Programa é prioridade da política de agroenergia para o período 2006-2011 dos ministérios da Agricultura, da Ciência e Tecnologia, de Minas e Energia e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do Brasil.
Já estão sendo investidos o equivalente a 4 milhões de euros na instalação de um centro de alta tecnologia voltado à pesquisa e ao desenvolvimento de agroenergias. O centro está desenvolvendo pesquisas com cana-de-açúcar, mandioca, oleagionosas adicionáveis em biodiesel e demais fontes de energia alternativa.
O Programa Brasileiro de Agricultura Energética também já ganhou um parceiro de peso. Em outubro, os governos brasileiro e japonês vão firmar contrato que prevê investimentos da ordem de R$ 1,286 bilhão do Banco de Cooperação Internacional do Japão (JBIC) no programa brasileiro, envolvendo projetos de etanol e biodiesel. A aplicação dos recursos está prevista para começar em abril de 2007.
Produção
O Brasil começou a produzir, em larga escala, álcool combustível de cana-de-açúcar a partir de 1977, e a produção comercial de veículos movidos a álcool se iniciou em 1979. Hoje mais de 70 % dos veículos novos comercializados no país têm motor que utiliza álcool ou gasolina, em qualquer proporção.
No momento, o país já exporta mais de 2,4 bilhões de litros de álcool por ano, sendo cerca da metade para uso como combustível.
O Programa Brasileiro de Agricultura Energética é o maior projeto energético do País e tem o objetivo de aumentar a participação do Brasil na produção e exportação de biocombustíveis. O Programa é prioridade da política de agroenergia para o período 2006-2011 dos ministérios da Agricultura, da Ciência e Tecnologia, de Minas e Energia e do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do Brasil.
Já estão sendo investidos o equivalente a 4 milhões de euros na instalação de um centro de alta tecnologia voltado à pesquisa e ao desenvolvimento de agroenergias. O centro está desenvolvendo pesquisas com cana-de-açúcar, mandioca, oleagionosas adicionáveis em biodiesel e demais fontes de energia alternativa.
O Programa Brasileiro de Agricultura Energética também já ganhou um parceiro de peso. Em outubro, os governos brasileiro e japonês vão firmar contrato que prevê investimentos da ordem de R$ 1,286 bilhão do Banco de Cooperação Internacional do Japão (JBIC) no programa brasileiro, envolvendo projetos de etanol e biodiesel. A aplicação dos recursos está prevista para começar em abril de 2007.
Produção
O Brasil começou a produzir, em larga escala, álcool combustível de cana-de-açúcar a partir de 1977, e a produção comercial de veículos movidos a álcool se iniciou em 1979. Hoje mais de 70 % dos veículos novos comercializados no país têm motor que utiliza álcool ou gasolina, em qualquer proporção.
No momento, o país já exporta mais de 2,4 bilhões de litros de álcool por ano, sendo cerca da metade para uso como combustível.