Cem mil empregos para trabalhadores rurais da agricultura familiar no prazo de dois anos. Essa a previsão da geração de empregos a partir do biodiesel no Pará, mediante a produção de dendê e oleaginosas, apresentada ontem pelo presidente da Federação de Trabalhadores na Agricultura do Pará (Fetagri), Carlos Augusto Silva, no primeiro dia de um seminário promovido pela entidade no Hotel Paraíso, no Marco. O seminário terminará hoje, envolvendo explanações e debates acerca da inserção de trabalhadores da agricultura familiar na produção de biodiesel, a partir do Programa Nacional do Biodiesel, lançado pelo governo federal há um ano e meio.
Essa previsão do presidente da Fetagri é baseada em áreas degradadas no Estado, porque o dendê pode ser cultivado nesse tipo de terreno. E no nordeste paraense e região guajarina existem áreas degradadas em abundância. Com a produção de dendê e torta de mamona nessas áreas podem ter como efeitos a recuperação das áreas degradadas e a geração de matéria-prima para o biodiesel e, consequentemente, empregos na região'. No Pará, como ressaltou Carlos Augusto Silva, a produção do biodiesel será feita a partir do dendê, que apresenta grande área de cultivo. A Agropalma, segundo o sindicalista, deve contabilizar cerca de 300 mil hectares de dendê. Essa empresa é a principal fornecedora da matéria-prima para o biodiesel, mas está estabelecendo alguns convênios com algumas associações e agentes financeiros, como o Banco da Amazônia, para promover o financiamento e a ampliação da área plantada do dendê.
Nesse contexto, o encontro regional promovido pela Fetagri, reunindo técnicos e agricultores do Pará, Amapá e Tocantins, é centrado na discussão de uma inserção maior da agricultura familiar no programa de biodiesel, treinando os agricultores sobre o programa, para negociar um melhor preço para a matéria-prima e a discussão de políticas públicas de assistência técnica, pesquisas, para não só a produção do dendê, mas, também, de outras oleaginosas, que possam produzir o biodiesel como a andiroba.
Essa previsão do presidente da Fetagri é baseada em áreas degradadas no Estado, porque o dendê pode ser cultivado nesse tipo de terreno. E no nordeste paraense e região guajarina existem áreas degradadas em abundância. Com a produção de dendê e torta de mamona nessas áreas podem ter como efeitos a recuperação das áreas degradadas e a geração de matéria-prima para o biodiesel e, consequentemente, empregos na região'. No Pará, como ressaltou Carlos Augusto Silva, a produção do biodiesel será feita a partir do dendê, que apresenta grande área de cultivo. A Agropalma, segundo o sindicalista, deve contabilizar cerca de 300 mil hectares de dendê. Essa empresa é a principal fornecedora da matéria-prima para o biodiesel, mas está estabelecendo alguns convênios com algumas associações e agentes financeiros, como o Banco da Amazônia, para promover o financiamento e a ampliação da área plantada do dendê.
Nesse contexto, o encontro regional promovido pela Fetagri, reunindo técnicos e agricultores do Pará, Amapá e Tocantins, é centrado na discussão de uma inserção maior da agricultura familiar no programa de biodiesel, treinando os agricultores sobre o programa, para negociar um melhor preço para a matéria-prima e a discussão de políticas públicas de assistência técnica, pesquisas, para não só a produção do dendê, mas, também, de outras oleaginosas, que possam produzir o biodiesel como a andiroba.