Pergunta: Como proprietário de um pequeno sítio na cidade de Cambuí, no sul de Minas, solicito informações sobre o plantio de mamona com finalidade de produzir biodiesel. Gostaria de receber informações sobre financiamento, mercado, produtividade e se há uma usina nesta região para que eu possa negociar o produto.
Celso Xavier da Rosa CAMBUÍ (MG)
Resposta: De acordo com o pesquisador Francisco de Brito Melo, da Embrapa Meio Norte, em Teresina (PI), que trabalha com a cultura da mamona para a Região Nordeste, o leitor pode, para começar, solicitar na Embrapa o Documento 74 (ISSN 0104-866X), de novembro de 2003, que possui todas as tecnologias de cultivo da mamona.
No site da Embrapa (www.cpamn.embrapa.br), o leitor também pode acessar o link Sistemas de Produção, que traz informações básicas sobre o cultivo da mamona, como clima e solo, adubação, plantio, tratos culturais, colheita, plantas daninhas, importância econômica, características do óleo, doenças e pragas. Quanto ao financiamento, Melo diz que o governo federal destinou o Pronaf como linha de crédito oficial para o cultivo familiar da mamona. 'Procure uma agência do Banco do Brasil próxima, que tem todas as informações necessárias e poderá orientar o leitor.'
Uma opção para a comercialização, afirma Melo, é fazê-la em Varginha (MG), onde existe uma usina de transisterificação, ou seja, de fabricação de biodiesel a partir do óleo da mamona. 'Como o leitor escreve de Minas Gerais, ele deve buscar um mercado próximo.' Melo destaca que a produtividade da cultura varia conforme uma série de fatores, como tipo de solo, tratos culturais adotados, altitude da região, temperatura, índice de chuvas, entre outros. 'É recomendável procurar orientação técnica.' Em média, o pesquisador calcula que os agricultores familiares do semi-árido piauiense produzam de mil a 1.200 quilos de bagas de mamona/hectare por ciclo de 250 dias. De cada 100 quilos de mamona em bagas obtêm-se 45 quilos de óleo e 50 quilos de farelo e torta. Embrapa, tel. (0--86) 3225-1141.
Celso Xavier da Rosa CAMBUÍ (MG)
Resposta: De acordo com o pesquisador Francisco de Brito Melo, da Embrapa Meio Norte, em Teresina (PI), que trabalha com a cultura da mamona para a Região Nordeste, o leitor pode, para começar, solicitar na Embrapa o Documento 74 (ISSN 0104-866X), de novembro de 2003, que possui todas as tecnologias de cultivo da mamona.
No site da Embrapa (www.cpamn.embrapa.br), o leitor também pode acessar o link Sistemas de Produção, que traz informações básicas sobre o cultivo da mamona, como clima e solo, adubação, plantio, tratos culturais, colheita, plantas daninhas, importância econômica, características do óleo, doenças e pragas. Quanto ao financiamento, Melo diz que o governo federal destinou o Pronaf como linha de crédito oficial para o cultivo familiar da mamona. 'Procure uma agência do Banco do Brasil próxima, que tem todas as informações necessárias e poderá orientar o leitor.'
Uma opção para a comercialização, afirma Melo, é fazê-la em Varginha (MG), onde existe uma usina de transisterificação, ou seja, de fabricação de biodiesel a partir do óleo da mamona. 'Como o leitor escreve de Minas Gerais, ele deve buscar um mercado próximo.' Melo destaca que a produtividade da cultura varia conforme uma série de fatores, como tipo de solo, tratos culturais adotados, altitude da região, temperatura, índice de chuvas, entre outros. 'É recomendável procurar orientação técnica.' Em média, o pesquisador calcula que os agricultores familiares do semi-árido piauiense produzam de mil a 1.200 quilos de bagas de mamona/hectare por ciclo de 250 dias. De cada 100 quilos de mamona em bagas obtêm-se 45 quilos de óleo e 50 quilos de farelo e torta. Embrapa, tel. (0--86) 3225-1141.