Nesta semana uma pesquisa do DOE, Departamento de Energia dos Estados
Unidos, conclui que, pelo menos nos EUA, o biodiesel apresenta mais
vantagens do que o álcool como alternativa ao petróleo. Veja mais detalhes sobre essa pequisa.
Nesta semana uma pesquisa do DOE, Departamento de Energia dos Estados
Unidos, conclui que, pelo menos nos EUA, o biodiesel apresenta mais
vantagens do que o álcool como alternativa ao petróleo.
Além da competição com os alimentos, como ração animal ou alimentação humana, o estudo levou em conta toda a matriz energética...
Nesta semana uma pesquisa do DOE, Departamento de Energia dos Estados Unidos, conclui que, pelo menos nos EUA, o biodiesel apresenta mais vantagens do que o álcool como alternativa ao petróleo. Ao contrário do Brasil, onde o etanol é produzido a partir da cana-de-açúcar, nos Estados Unidos o álcool é principalmente produzido a partir de grãos, como o milho.
Além da competição com os alimentos, como ração animal ou alimentação humana, o estudo levou em conta toda a matriz energética. Uma produção adicional de grãos, para fazer frente a uma produção de álcool que possa substituir a gasolina, gastará uma quantidade nada desprezível de... petróleo.
Segundo o relatório, pesticidas e fertilizantes são indústrias inteiramente dependentes do petróleo e não seriam passíveis de adotar a nova fonte energética.
Mas, no quesito meio-ambiente, o balanço é positivo para as duas alternativas. Segundo a pesquisa, o etanol reduz a emissão de gases que causam o efeito estufa em 12% em relação ao uso atual da gasolina. Já com o biodiesel, produzido a partir da soja, essa redução chega a 41%.
O relatório propõe que, ao invés de utilizar milho para a produção do álcool, os Estados Unidos possam usar plantas não alimentícias, como grama, produzindo o que eles chamam de etanol celulósico.
Fonte: Inovação Tecnológica
Além da competição com os alimentos, como ração animal ou alimentação humana, o estudo levou em conta toda a matriz energética...
Nesta semana uma pesquisa do DOE, Departamento de Energia dos Estados Unidos, conclui que, pelo menos nos EUA, o biodiesel apresenta mais vantagens do que o álcool como alternativa ao petróleo. Ao contrário do Brasil, onde o etanol é produzido a partir da cana-de-açúcar, nos Estados Unidos o álcool é principalmente produzido a partir de grãos, como o milho.
Além da competição com os alimentos, como ração animal ou alimentação humana, o estudo levou em conta toda a matriz energética. Uma produção adicional de grãos, para fazer frente a uma produção de álcool que possa substituir a gasolina, gastará uma quantidade nada desprezível de... petróleo.
Segundo o relatório, pesticidas e fertilizantes são indústrias inteiramente dependentes do petróleo e não seriam passíveis de adotar a nova fonte energética.
Mas, no quesito meio-ambiente, o balanço é positivo para as duas alternativas. Segundo a pesquisa, o etanol reduz a emissão de gases que causam o efeito estufa em 12% em relação ao uso atual da gasolina. Já com o biodiesel, produzido a partir da soja, essa redução chega a 41%.
O relatório propõe que, ao invés de utilizar milho para a produção do álcool, os Estados Unidos possam usar plantas não alimentícias, como grama, produzindo o que eles chamam de etanol celulósico.
Fonte: Inovação Tecnológica