O óleo do farelo de arroz pode ser uma alternativa para a produção do biodiesel. Enquanto a atual produção e as pesquisas com biodiesel utilizam girassol, mamona, palma, babaçu, soja, amendoim e pinhão-manso, a Faculdade de Química da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS) aposta na produção de biodiesel a partir do óleo do farelo de arroz e conta com o apoio financeiro da Associação dos Arrozeiros de Uruguaiana.
Os produtores dessa cidade estão interessados em novas possibilidades para o uso desse subproduto do arroz. O projeto iniciado em agosto de 2005 é coordenado pela professora Jeane Dullius com a participação da mestranda Tatiana Magalhães da Silva e da aluna de graduação Cleidi Perciuncula.
O trabalho delas recebeu o 1º lugar na categoria Química Industrial do Prêmio da Associação Brasileira de Química deste ano. Combustível derivado de fontes renováveis, o biodiesel ganha importância pela substituição total ou parcial do óleo diesel de petróleo em motores de caminhões, tratores, automóveis, entre outros.
Os produtores dessa cidade estão interessados em novas possibilidades para o uso desse subproduto do arroz. O projeto iniciado em agosto de 2005 é coordenado pela professora Jeane Dullius com a participação da mestranda Tatiana Magalhães da Silva e da aluna de graduação Cleidi Perciuncula.
O trabalho delas recebeu o 1º lugar na categoria Química Industrial do Prêmio da Associação Brasileira de Química deste ano. Combustível derivado de fontes renováveis, o biodiesel ganha importância pela substituição total ou parcial do óleo diesel de petróleo em motores de caminhões, tratores, automóveis, entre outros.