A produção das refinarias brasileiras abriu 2016 em alta com uma produção acumulada de 19 bilhões de litros ao longo do primeiro bimestre. Isso representa um avanço de 3,6% sobre o mesmo período do ano passado puxados principalmente pela expansão na produção de óleo diesel que registrou um avanço pouco maior que 695,1 milhões de litros – 9,4% de crescimento – no período.
A produção das refinarias brasileiras abriu 2016 em alta com uma produção acumulada de 19 bilhões de litros ao longo do primeiro bimestre. Isso representa um avanço de 3,6% sobre o mesmo período do ano passado puxados principalmente pela expansão na produção de óleo diesel que registrou um avanço pouco maior que 695,1 milhões de litros – 9,4% de crescimento – no período.
Em segundo lugar ficou a gasolina A cuja produção avançou 182,2 milhões de litros ou 4,3%.
O diesel e a gasolina são os derivados mais consumidos pelos brasileiros. No primeiro bimestre do ano, eles responderam por 38,6% e 31,2% das vendas de combustíveis registradas pelos postos brasileiros.
Nem todos os derivados se saíram igualmente bem. Dos 15 produtos listados pela ANP, 9 apresentaram variações negativas do ano passado para este. O óleo combustível foi o que se saiu pior, com uma retração de 195,2 milhões de litros na oferta.
Landulpho Alves
A maior parte da oferta adicional de derivados fabricados em solo brasileiro vem da Refinaria Landulpho Alves localizada na região metropolitana de Salvador (BA) que está retornando a seus patamares normais de produção depois de um grave acidente ocorrido no final de janeiro do ano passado.
Sozinha, a refinaria baiana ampliou a sua oferta de derivados em mais de um bilhão de litros sendo que mais da metade desse total – 534 milhões de litros – é de óleo diesel.
Outro reforço considerável veio da ainda novata Abreu e Lima instalada na região metropolitana de Recife. A usina, que completou um ano de operação em dezembro passado, aumentou sua produção de derivados em 425,4 milhões de litros nesse primeiro bimestre. Destes, mais de 301,1 milhões de litros foram de diesel.
Das 18 refinarias da Petrobras, 8 apresentaram aumento na produção de derivados.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
A produção das refinarias brasileiras abriu 2016 em alta com uma produção acumulada de 19 bilhões de litros ao longo do primeiro bimestre. Isso representa um avanço de 3,6% sobre o mesmo período do ano passado puxados principalmente pela expansão na produção de óleo diesel que registrou um avanço pouco maior que 695,1 milhões de litros – 9,4% de crescimento – no período.
Em segundo lugar ficou a gasolina A cuja produção avançou 182,2 milhões de litros ou 4,3%.
O diesel e a gasolina são os derivados mais consumidos pelos brasileiros. No primeiro bimestre do ano, eles responderam por 38,6% e 31,2% das vendas de combustíveis registradas pelos postos brasileiros.
Nem todos os derivados se saíram igualmente bem. Dos 15 produtos listados pela ANP, 9 apresentaram variações negativas do ano passado para este. O óleo combustível foi o que se saiu pior, com uma retração de 195,2 milhões de litros na oferta.
Landulpho Alves
A maior parte da oferta adicional de derivados fabricados em solo brasileiro vem da Refinaria Landulpho Alves localizada na região metropolitana de Salvador (BA) que está retornando a seus patamares normais de produção depois de um grave acidente ocorrido no final de janeiro do ano passado.
Sozinha, a refinaria baiana ampliou a sua oferta de derivados em mais de um bilhão de litros sendo que mais da metade desse total – 534 milhões de litros – é de óleo diesel.
Outro reforço considerável veio da ainda novata Abreu e Lima instalada na região metropolitana de Recife. A usina, que completou um ano de operação em dezembro passado, aumentou sua produção de derivados em 425,4 milhões de litros nesse primeiro bimestre. Destes, mais de 301,1 milhões de litros foram de diesel.
Das 18 refinarias da Petrobras, 8 apresentaram aumento na produção de derivados.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com