A Total quer se reinventar como uma gigante global do setor de energia renovável. Na semana passada, a gigante francesa do setor de petróleo – que faturou US$ 165,3 bilhões no ano passado – anunciou um ousado plano de reestruturação que pode torna-la a maior fabricante de biocombustíveis do mundo dentro dos próximos 20 anos.
A Total quer se reinventar como uma gigante global do setor de energia renovável. Na semana passada, a gigante francesa do setor de petróleo – que faturou US$ 165,3 bilhões no ano passado – anunciou um ousado plano de reestruturação que pode torna-la a maior fabricante de biocombustíveis do mundo dentro dos próximos 20 anos.
Antecipando uma deterioração nas condições do mercado de energias fósseis – principal negócio do grupo desde sua fundação em 1924 – em função da sobreoferta no mercado global combinada com o esforço global de combate às mudanças climáticas, a empresa decidiu dar uma guinada completa. O plano é completar essa transição até 2035.
Na linha de frente deste plano estão esforços para diversificar seus negócios principalmente dentro dos segmentos de gás natural e renováveis. Os novos negócios deverão ser concentrados numa nova divisão da companhia chamada Gás, Renováveis e Energia que será formalmente criada em setembro.
Investimento
Só em fontes renováveis, a companhia já prevê investimentos anuais de US$ 500 milhões. Hoje, a energia limpa representa cerca de 3% dos ativos da companhia, o plano é que essa fatia aumente para algo entre 15% e 20% até 2035.
Se levado a cabo, o plano deverá fazer da Total a maior fabricante de biocombustíveis e a terceira maior geradora de energia solar do mundo. “Nossa ambição é criar um novo negócio que irá ajudar a Total e se tornar o maior player em energia responsável”, adiantou o CEO da petroleira, Patrick Pouyanné.
A empresa francesa já vinha ensaiando movimentos na direção de ampliar sua participação no mercado de biocombustíveis. Cerca de um ano atrás, ela anunciou a conversão de uma de suas refinarias – localizada em La Mede, sul da França – para o processamento de óleo vegetal e a produção de biocombustíveis.
Foram investidos € 200 milhões nesse projeto.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
A Total quer se reinventar como uma gigante global do setor de energia renovável. Na semana passada, a gigante francesa do setor de petróleo – que faturou US$ 165,3 bilhões no ano passado – anunciou um ousado plano de reestruturação que pode torna-la a maior fabricante de biocombustíveis do mundo dentro dos próximos 20 anos.
Antecipando uma deterioração nas condições do mercado de energias fósseis – principal negócio do grupo desde sua fundação em 1924 – em função da sobreoferta no mercado global combinada com o esforço global de combate às mudanças climáticas, a empresa decidiu dar uma guinada completa. O plano é completar essa transição até 2035.
Na linha de frente deste plano estão esforços para diversificar seus negócios principalmente dentro dos segmentos de gás natural e renováveis. Os novos negócios deverão ser concentrados numa nova divisão da companhia chamada Gás, Renováveis e Energia que será formalmente criada em setembro.
Investimento
Só em fontes renováveis, a companhia já prevê investimentos anuais de US$ 500 milhões. Hoje, a energia limpa representa cerca de 3% dos ativos da companhia, o plano é que essa fatia aumente para algo entre 15% e 20% até 2035.
Se levado a cabo, o plano deverá fazer da Total a maior fabricante de biocombustíveis e a terceira maior geradora de energia solar do mundo. “Nossa ambição é criar um novo negócio que irá ajudar a Total e se tornar o maior player em energia responsável”, adiantou o CEO da petroleira, Patrick Pouyanné.
A empresa francesa já vinha ensaiando movimentos na direção de ampliar sua participação no mercado de biocombustíveis. Cerca de um ano atrás, ela anunciou a conversão de uma de suas refinarias – localizada em La Mede, sul da França – para o processamento de óleo vegetal e a produção de biocombustíveis.
Foram investidos € 200 milhões nesse projeto.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com