
Os biocombustíveis têm tudo para continuar crescendo – e bastante – no longo prazo. De acordo com projeções elaboradas pela petroleira anglo-holandesa Shell, o consumo de biocombustíveis vai crescer de 5 a 10 vezes até 2060. As conclusões fazem parte da atual edição do Novas Lentes, no qual a empresa elabora sua visão de longo prazo para a indústria global de energia.
O estudo contempla dois cenários. O primeiro deles, chamado “montanhas”, é mais conservador com menor crescimento econômico e manutenção do status quo – nele as fontes convencionais de energia mantém seu predomínio. No outro, chamado “oceanos”, associa maior crescimento econômico com desenvolvimento de outras fontes de energia.
Os biocombustíveis têm tudo para continuar crescendo – e bastante – no longo prazo. De acordo com projeções elaboradas pela petroleira anglo-holandesa Shell, o consumo de biocombustíveis vai crescer de 5 a 10 vezes até 2060. As conclusões fazem parte da atual edição do Novas Lentes, no qual a empresa elabora sua visão de longo prazo para a indústria global de energia.
O estudo contempla dois cenários. O primeiro deles, chamado “montanhas”, é mais conservador com menor crescimento econômico e manutenção do status quo – nele as fontes convencionais de energia matem seu predomínio. No outro, chamado “oceanos”, associa maior crescimento econômico com desenvolvimento de outras fontes de energia.
Em ambos, os biocombustíveis vão crescer tanto em termos absolutos, quanto em sua participação dentro do mix total de fontes primárias de energia. A questão é o quanto.
Hoje, o mundo produz aproximadamente 2,5 exajoules por ano (Ej/ano) biocombustíveis – em termos energéticos isso é equivalente a aproximadamente 445 milhões de barris de petróleo. Em relação ao total mundial de energia, os biocombustíveis representam pouco menos de 0,5%.
2060
A partir desse resultado inicial, a Shell calculou o que acontecerá com esse mercado dentro de mais 50 anos.
Pelo cenário “montanhas”, a produção de biocombustíveis vai chegar a 13,5 Ej/ano com uma participação de 1,4% no mix total que deverá ser de 992 Ej/ano. Já no cenário “oceanos” a demanda total será de 1.056 Ej/ano dos quais os biocombustíveis representarão 2,4% com 25,9 Ej/ano.
Pico do petróleo
Outro dado relevante do estudo é que a Shell espera que o consumo de petróleo atinja seu ápice histórico por volta da década de 2040 e, a partir, daí comece a recuar. Em 2060, ele não será mais a principal fonte de energia primária do mundo
A participação do petróleo na matriz energética irá recuar dos atuais 32,4% para algo entre 13,3% e 19,1% – nos cenários "montanhas" e "oceanos" respectivamente.
No cenário montanhas a liderança será tomada pelo carvão que terá 24,9% de participação – também em queda em relação aos atuais 27,3%. E a fonte que mais crescerá será a nuclear.
Já no cenário oceanos a mudança seria ainda mais notável com a energia solar se tornando a maior fonte de energia primária do planeta com 19,8% do total – praticamente empatada com o petróleo (19,1%) e carvão (19,3%).
Veja o estudo completo clicando aqui.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com
O estudo contempla dois cenários. O primeiro deles, chamado “montanhas”, é mais conservador com menor crescimento econômico e manutenção do status quo – nele as fontes convencionais de energia mantém seu predomínio. No outro, chamado “oceanos”, associa maior crescimento econômico com desenvolvimento de outras fontes de energia.
Os biocombustíveis têm tudo para continuar crescendo – e bastante – no longo prazo. De acordo com projeções elaboradas pela petroleira anglo-holandesa Shell, o consumo de biocombustíveis vai crescer de 5 a 10 vezes até 2060. As conclusões fazem parte da atual edição do Novas Lentes, no qual a empresa elabora sua visão de longo prazo para a indústria global de energia.
O estudo contempla dois cenários. O primeiro deles, chamado “montanhas”, é mais conservador com menor crescimento econômico e manutenção do status quo – nele as fontes convencionais de energia matem seu predomínio. No outro, chamado “oceanos”, associa maior crescimento econômico com desenvolvimento de outras fontes de energia.
Em ambos, os biocombustíveis vão crescer tanto em termos absolutos, quanto em sua participação dentro do mix total de fontes primárias de energia. A questão é o quanto.
Hoje, o mundo produz aproximadamente 2,5 exajoules por ano (Ej/ano) biocombustíveis – em termos energéticos isso é equivalente a aproximadamente 445 milhões de barris de petróleo. Em relação ao total mundial de energia, os biocombustíveis representam pouco menos de 0,5%.
2060
A partir desse resultado inicial, a Shell calculou o que acontecerá com esse mercado dentro de mais 50 anos.
Pelo cenário “montanhas”, a produção de biocombustíveis vai chegar a 13,5 Ej/ano com uma participação de 1,4% no mix total que deverá ser de 992 Ej/ano. Já no cenário “oceanos” a demanda total será de 1.056 Ej/ano dos quais os biocombustíveis representarão 2,4% com 25,9 Ej/ano.
Pico do petróleo
Outro dado relevante do estudo é que a Shell espera que o consumo de petróleo atinja seu ápice histórico por volta da década de 2040 e, a partir, daí comece a recuar. Em 2060, ele não será mais a principal fonte de energia primária do mundo
A participação do petróleo na matriz energética irá recuar dos atuais 32,4% para algo entre 13,3% e 19,1% – nos cenários "montanhas" e "oceanos" respectivamente.
No cenário montanhas a liderança será tomada pelo carvão que terá 24,9% de participação – também em queda em relação aos atuais 27,3%. E a fonte que mais crescerá será a nuclear.
Já no cenário oceanos a mudança seria ainda mais notável com a energia solar se tornando a maior fonte de energia primária do planeta com 19,8% do total – praticamente empatada com o petróleo (19,1%) e carvão (19,3%).
Veja o estudo completo clicando aqui.
Fábio Rodrigues – BiodieselBR.com